CARTA DE UMA IDOSA TRANCADA EM UM LAR DE IDOSOS.


“Esta carta representa o balanço da minha vida.
Tenho 82 anos, 4 filhos, 11 netos, 2 bisnetos e um quarto de 12 metros quadrados.
Eu não tenho mais casa e nem as minhas coisas amadas, mas eu tenho quem arrume o meu quarto, me faça comida, me faça a cama, me controle a tensão arterial e me pese.
Não tenho mais as risadas dos meus netos, não posso mais vê-los crescer, abraçar e reclamar; alguns deles visitam-me a cada 15 dias; outros a cada três ou quatro meses; outros, nunca.
Eu não faço mais nuggets ou ovos recheados, nem rolos de carne moída e nem ponto cruz. Ainda tenho como passatempo fazer o sudoku que me entretém um pouco “.
′′ Não sei quanto tempo me resta, mas preciso de me acostumar com essa solidão; faço terapia ocupacional e ajudo no que posso a quem está pior do que eu, embora não queira me apegar muito: eles desaparecem frequentemente. Dizem que a vida é cada vez mais longa. Por quê? Quando estou sozinha, posso olhar para as fotos da minha família e algumas memórias que trouxe de casa. E isso é tudo.
Espero que as próximas gerações entendam que a família se constrói para ter um amanhã (com os filhos) e retribuir aos nossos pais com o tempo que nos presentearam para nos criar”.

Pense nisso…

Esta é a essência do ensino

Um jovem encontra um senhor de idade e lhe pergunta:

– Se lembra de mim? E o velho diz NÃO.

Então o jovem diz que ele era aluno dele.

E o professor pergunta:

– O que você está fazendo, o que você faz para viver?

O jovem responde:

– Bem, eu me tornei professor.

– Ah, que bom, como eu? (disse o velho)

– Pois sim.

Na verdade, eu me tornei professor porque você me inspirou a ser como você.

O velho, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a ser professor.

E o jovem conta a seguinte história:

– Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e bonito, e eu decidi que queria para mim e eu o roubei, tirei do bolso dele.

Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou ao nosso professor, que era você.

Então, você parou a aula e disse:

– O relógio do seu parceiro foi roubado durante a aula hoje.

Quem o roubou, devolva-o.

Eu não devolvi porque não queria fazê-lo.

Então você fechou a porta e disse para todos nós levantarmos e iria vasculhar nossos bolsos até encontrarmos o relógio.

Mas, nos disse para fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados.

Então fizemos, e você foi de bolso em bolso, e quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.

Você continuou procurando os bolsos de todos e, quando ele terminou, ele disse:

– “Abra os olhos. Já temos o relógio.”

Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio.

Nunca disse quem foi quem roubou o relógio.

Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.

Foi o dia mais vergonhoso da minha vida.

Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar ladrão, má pessoa, etc. Você nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, recebi a mensagem claramente.

E, graças a você, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer.

Você se lembra desse episódio, professor?

E o professor responde:

– “Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava.”

Esta é a essência do ensino:

Se para corrigir você precisa humilhar; você não sabe ensinar.

Autor desconhecido

O marido que queria matar a mulher

O marido chegou para o pai e disse: Pai, não aguento mais a minha esposa.

Quero matá-la, mas tenho medo que descubram.

O senhor pode me ajudar?

O pai respondeu: Posso sim, mas tem um porém…Você vai ter que fazer as pazes com ela para que ninguém desconfie que foi você, quando ela morrer.

Vai ter que cuidar muito bem dela, ser gentil, agradecido, paciente, carinhoso, menos egoísta, retribuir sempre, escutar mais, Tá vendo este pozinho aqui?

Todos os dias você vai colocar um pouco na comida dela. Assim, ela vai morrer aos poucos.

Passado os 30 dias, o filho voltou e disse ao pai: Eu não quero mais que ela morra!

Eu passei a amá-la. E agora? Como eu faço para cortar o efeito do veneno?

O pai, então, respondeu: Não se preocupe! O que eu te dei foi pó de arroz.

Ela não vai morrer, pois o veneno estava em você!

Quando alimentamos rancores, ódio, magoas morremos aos poucos. Que possamos fazer as pazes conosco e com quem nos ofendeu.

Que possamos tratar aos outros, como gostaríamos de ser tratados.

Que possamos ter a iniciativa de amar, de dar, de doar, de servir, de presentear…e não só a de querer ganhar, ser servido, tirar vantagem e explorar o outro.

Que o amor de Deus nos alcance todos os dias, pois não sabemos se teremos tempo de nos purificarmos com este antídoto chamado perdão.

NETA EM CONVERSA COM O AVÔ:

-Avô.
-Diz.
-Por que é que, às vezes, o mar tem ondas?
-Porque os peixes estão a dançar.
-Avô.
-Diz.
-Por que é que, às vezes, o sol se esconde?
-Porque também gosta de brincar.
-Avô.
-Diz.
-Por que é que, às vezes, as estrelas caem?
-Porque tropeçam no manto da noite.
-Avô.
-Diz.
-Por que é que, às vezes, falamos sozinhos?
-Porque as palavras indicam caminhos.
-Avô.
-Diz.
-Por que é que, às vezes, me levantas no ar?
-Para te ensinar a agarrar.
-E se eu começar a voar?
-Terás sempre onde pousar.

  • Elisabete Bárbara –

PORTUGUÊS NÃO É PARA AMADORES


Um poeta escreveu:
“Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar”.
Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.
Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.
Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.
No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável.
Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.
E há outros casos, claro!
Eu não me medico, eu vou ao médico.
Quem baba não é a babá.
Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.
Será que a romã é de Roma?
Seus pais vêm do mesmo país?
A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.
Assento é embaixo, acento é em cima.
Embaixo é junto e em cima separado.
Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?
Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?
O que tem a pele do Pelé?
O que há em comum entre o camelo e o camelô?
O que será que a fábrica fabrica?
E tudo que se musica vira música?
Será melhor lidar com as adversidades da conjunção ”mas” ou com as más pessoas?
Será que tudo que eu valido se torna válido?
E entre o amem e o amém, que tal os dois?
Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.
É a primeira vez que tu não o vês.
Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.
Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.
Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.
Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.
Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.
Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.
Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Calça, você bota; bota, você calça.
Oxítona é proparoxítona.
Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.
E paro por aqui, pois esta lista já está longa.
Texto: Carolina Pereira

O TEMPO EXATO

Depois do atentado do 11 de setembro, uma empresa que tinha o seu escritório em um dos andares do World Trade Center, convidou os seus sócios e empregados que por alguma razão haviam sobrevivido ao ataque, para compartilhar as suas experiências.Aquelas pessoas estavam vivas pelas razões mais simples da vida, eram pequenos detalhes como esses:

– O diretor de uma pequena companhia chegou tarde porque foi participar de uma reunião na escola do seu filho;

– Uma mulher se atrasou porque o seu despertador não alarmou a tempo;

– Outro funcionário perdeu o ônibus;

– uma funcionária foi atingida por cocô de pombo e precisou voltar pra se trocar;

– Um dos sócios teve problemas ao ligar o carro e precisou chamar um mecânico;

– Outro funcionário teve que atender um telefone que acabou resultando em poucos minutos de atraso antes do atentado;

– Uma secretaria entrou em trabalho de parto;

– Um zelador não conseguiu um táxi;

– Mas a história que mais me impressionou foi a de um senhor que ficou com uma bolha no calcanhar, devido o seu sapato ser novo e antes de chegar ao trabalho ele decidiu parar em uma farmácia pra comprar um curativo e por isso ele está vivo hoje.

– Agora, quando eu fico preso no trânsito, quando perco um ônibus, quando preciso me atrasar pq tive que atender alguém e muitas outras coisas que me desesperaríam, penso primeiro”Este é o lugar exato no que devo estar, nesse exato e precioso momento”.

– Na próxima vez que a tua manhã for uma loucura, que teus filhos demorem em se arrumar, ou que vc não esteja conseguindo achar as chaves do carro, não fique chateado ou frustrado.VOCÊ ESTÁ EXATAMENTE NO LUGAR QUE DEVERIA ESTAR, nesse grande quebra cabeça da vida. Aplique a gratidão agora e seja grato por como vc está agora e pelas coisas que tem. Viva cada momento como se fosse o último, um dia vai ser.

-Desconhecido.

A lei do caminhão de lixo…

Um dia peguei um táxi para o aeroporto.
Estávamos na faixa certa quando um carro preto saiu de repente
do estacionamento direto na nossa frente.
O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em
outro carro, foi mesmo por um triz!
O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para
nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de
positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.
Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase
arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!’
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de “A
Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva,
traumas e desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar
para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.
Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu! É dele!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas
no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.
Fique tranquilo… respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de
lixo estragar o seu dia.
A vida é muito curta, não leve lixo com você!
Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas
pessoais, ódio e frustrações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da
maneira como você a recebe!
lembre-se:

LIVRE-SE DOS LIXOS!

David J. Pollay

Vestido azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela frequentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado com aquela criança, que, quase sempre, apresentava-se suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. “Como é que uma menina tão bonita pode vir para a escola tão mal arrumada?” – pensou. Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu comprar-lhe um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul. Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, a pentear-lhe os cabelos e a cortar-lhe as unhas. Quando acabou a semana, o pai disse-lhe: — Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem-arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim. Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim e pelo cuidado com todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade. Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas ideias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro. A rua de barro e de lama foi substituída por asfalto e calçada de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados, e o bairro ganhou ares de cidadania. E tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele professor consertar toda a rua nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento, que acabou fazendo com que outras pessoas se que vive? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito? Lembremo-nos de que é difícil mudar o estado total das coisas. É difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível oferecer a alguém um vestido azul. Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento certo e com bondade. Você acaba de receber um lindo vestido azul. Faça a sua parte. Ajude a melhorar o planeta!

Quando todos dizem que não vai dar certo

“Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo:
As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará.
Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos.”
(Neemias 6.9)

Quando você começa a fazer algo grande, logo surgem os profetas da
derrota. Eles dão opinião mesmo quando não são chamados. Isso quando
não se levantam situações para colocar medo e fazê-lo parar. Você começa
a se sentir pressionado. As vozes que lhe dizem que você não vai conseguir,
que você não vai aguentar, aumentam de volume. Em situações normais,
você cederia. Você duvidaria. Você temeria.
No entanto, há uma certeza queimando dentro de você. A certeza de
que Deus está no controle. Ele fortalece as suas mãos, e você sabe que vai
conseguir. Não existe impossível. Não há barreira intransponível. As suas
forças se renovam, suas mãos pegam ainda mais firme e agora é uma questão
de honra. É vencer ou vencer. Sabe que, se obedecer e for em frente, em
breve os profetas da derrota terão de se calar. Terão de admitir que você
conseguiu. E conseguiu porque Deus estava ao seu lado.
Por saber disso, você não deixa que essas palavras de derrota entrem
em seu coração. Não dá ouvidos. A tentativa de lhe atemorizar só prova
o desespero do inimigo. É a propaganda da sua vitória. Ninguém chuta
cachorro morto. Deus fortalece suas mãos e você vai para cima. Avança,
sem medo. A obra será completada, quer queiram, quer não. É questão de
honra. É vencer ou vencer.
E você vence. É o resultado inevitável da fé.
Vá em frente e não dê ouvidos às palavras de derrota.
Não tem opção, é vencer ou vencer.

Do livro O Pão Nosso de Cada Dia (mensagens diárias) Bispo Edir Macedo