O pássaro e a oração

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Você já viu um passarinho dormindo num galho
ou num fio, sem cair? Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar
o pescoço. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado,
o pezinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para
voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho
a força para segurar qualquer coisa. Que desenho incrível que
o Criador fez para segurar o passarinho. Mas, não é tão
diferente em nós. Quando nosso “galho” na vida fica precário,
quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança,
a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas
que fazem você perder a fé, desanimar de caminhar;
não caminhe mais sozinho. Jesus quer fortalecer você e
caminhar com você por toda sua vida! É Ele quem renova
suas forças e sua fé. E se cuida de um passarinho, imagina o
que não fará por você Seu filho amado. Dobre os joelhos e ore,
Deus escuta o silêncio do seu coração e o seu clamor.
Deus te abençoe ricamente.

Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente

 

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: – Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: – Esse é exatamente o nosso problema hoje,
minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

– Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

 

Copiado do blog abaixo:

QUEM DOBROU O SEU PARAQUEDAS HOJE?

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Charles Plumb era piloto de caça dos EUA e serviu na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?”

“Sim. Como sabe?”, perguntou Plumb.

“Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

“Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje!!!”

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse “bom dia”? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.”

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à plateia:
“Quem dobrou seu paraquedas hoje?”

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável. Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu paraquedas e…
agradeça-lhe.

Ainda que não tenha nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isso alguma vez. E manda-a também aos que não o fizeram. As pessoas ao teu redor notarão esse gesto e te retribuirão preparando teu paraquedas com esse mesmo afeto.

Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes sua gratidão.

Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples.

Um telefonema
um sorriso
um agradecimento
um “Gosto de Você”
um parabéns…
ou, simplesmente,
“você é 10!”

Somos todos irmãos…
voar é preciso…
Mas amizade é NECESSÁRIA!!!

(enviado via WhatsApp  por Evandro Garla)

OLHAR PARA A DIREÇÃO CERTA

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Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental.
Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para procurar, já que todos os outros
não conseguiram. Por que não? Seria uma tentativa a mais.
Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro .
Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão!!!
Todos ficaram espantados. Então o fazendeiro perguntou: “Como conseguiu encontrar?”
O menino respondeu: “Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão.
No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.”
Uma mente em Paz pode pensar melhor do que uma mente confusa.
Dê alguns minutos de silêncio à sua mente todos os dias, pois assim você ouvirá a voz de Deus que te conduzirá na direção certa e lhe ajudará a definir a sua vida!
Que nós possamos silenciar, porque só no silêncio, podemos ouvir a voz de DEUS.

NO PRIMEIRO ERRO

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“O Último Rei da comunidade tinha dez cães selvagens. Ele usava para torturar e comer qualquer um dos seus servidores que cometesse um erro.
Um dos servos disse algo errado e o rei já não gostava dele. Então ele ordenou que o servo deveria ser jogado aos cães.
O servo disse: “Eu o servi por dez anos, e você faz isso comigo por favor me dê dez dias antes de me jogar aos cães?” E o rei lhe concedeu.
Nesses dez dias, o servo foi para o guarda que lida com cães e disse que gostaria de servir os cães durante os próximos dez dias. O guarda estava confuso, mas concordou e ao servo foi dedicado a alimentar os cães, limpeza, e banhar-los com todo o conforto para eles.
Quando os dez dias acabram, o rei ordenou que o servo fosse jogado aos cães como punição. Quando foi lançado, todo mundo ficou surpreso ao ver apenas os cães vorazes lamber os pés do servo!
O rei, perplexo com o que estava vendo, disse:
“O que aconteceu com meus cães?”
O servo respondeu: “Eu servi os cães apenas dez dias e não esqueceram os meus serviços, no entanto, eu o servi por dez anos e você se esqueceu de tudo, no meu primeiro erro.”
O rei percebeu seu erro e ordenou que o servo fosse salvo “.

Dedicado a todos aqueles que se esquecem as coisas boas que uma pessoa fez por eles e assim que a pessoa comete um erro, eles há a condenam.

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS

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“O valioso tempo dos maduros”, de Mário de Andrade:

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo
que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!”

Mário de Andrade

ENCHER A PENEIRA COM ÁGUA

“Três jovens chegaram para o pastor e perguntaram:
– Pastor, a Palavra diz “enchei-vos do Espírito Santo”, mas como se faz isso?
O pastor lhes entregou uma peneira e disse:
-Vão até o rio e encham essa peneira com água, quando conseguirem vocês terão a resposta.
Os três jovens foram um tanto quanto duvidosos. Chegando no rio, eles tentaram mas não conseguiram.
Dois disseram:
– Aquele pastor está louco! Vamos embora, senão ficaremos o dia todo aqui.
Horas mais tarde, o pastor foi até aquele rio e encontrou apenas um dos jovens que mergulhava a peneira e levantava, repetidas vezes. Ao ver o pastor ele disse meio triste:
– Ah, pastor, quando eu mergulho a peneira no rio ela fica cheia, mas quando tiro ela esvazia!
– Ele disse: _Essa è a sua resposta, meu jovem! Você só poderá ser cheio do Espírito Santo enquanto permanecer mergulhado nele!!!!!!!

Se sair, esvazia.