Reconhecimento, reflexão

A festa e o fogo !!!

Um homem que morava na fazenda sacrificou um bezerro gordo, acendeu a grelha e disse a seu irmão:

′′ Vá a cidade e chame nossos entes queridos e amigos para que eles possam vir comer conosco… “

Seu irmão saiu depressa e chegando na cidade começou a gritar:

′′ Gente, ajudem-nos!!! A fazenda do meu irmão está pegando fogo. “

Todos pararam pra olhar, muitos saíram de suas casas pra ver o que estava acontecendo, mas poucos foram aqueles que se ofereceram pra ajudar a apagar o incêndio.

As pessoas que foram, comeram e beberam a vontade e o homem que tinha matado o bezerro depois de algum tempo virou para o irmão e disse:
′′ Eu pedi pra que você chamasse nossos amigos e essas pessoas que vieram não as conheço e nunca as vi antes, então onde estão os nossos entes queridos e companheiros?”
O irmão disse:

′′ Esses que estão aqui, deixaram suas casas e vieram nos ajudar a apagar o fogo em nossa fazenda e não para uma festa.

São esses que estão aqui que merecem nossa eterna gratidão e hospitalidade “.

Conclusão:

Nunca chame de amigo alguém que nunca esteve ao seu lado em um momento de desespero e de angústia, porque é somente nessas horas que são revelados os verdadeiros amigos que temos.

  • enviado por Leucir Schiavini

carater, criança, engano

Psiu, alguém está te vendo!

Certa vez, um homem resolveu invadir os campos de um vizinho para roubar um pouco de trigo. “Se eu tirar um pouco de cada campo, ninguém irá perceber”, pensou. “Mas reunirei uma bela pilha de trigo.” Então ele esperou pela noite mais negra, quando grossas nuvens cobriam a lua, e saiu às escondidas de casa, levando consigo sua filha mais nova.

– Filha – ele sussurrou – , fique de guarda para o caso de alguém aparecer.

O homem entrou silenciosamente no primeiro campo e começou a colheita. Logo depois, a criança gritou:

– Papai, alguém está vendo você!

O homem olhou em volta, sem ver ninguém; juntou então o trigo roubado e seguiu adiante para o segundo campo.

– Papai, alguém está vendo você! – gritou a criança de novo.

O homem parou e olhou em volta, mas não viu qualquer pessoa, por isso amarrou o trigo roubado e esqueirou-se para o último campo.

– Papai, alguém está vendo você! – gritou a criança novamente.

O homem parou a colheita, olhou para todos os lados e, mais uma vez, não viu pessoa alguma.

– Por que você fica dizendo que alguém está me vendo? – perguntou ele zangado. – Já olhei para todos os lados e não vejo ninguém.

– Papai – murmurou a criança – , alguém está vendo você lá de cima.

PSIU, EI VOCÊ DEUS ESTÁ TE VENDO!!

Confiar, Conto, Obedecer

O que você quer de mim meu filho?

Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparação escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, e porque não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada! Tudo era escuridão. Zero de visibilidade.
Não havia Lua e as estrelas estavam coberta pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100 m. do topo ele escorregou e caiu … Caia a uma velocidade vertiginosa. Somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo… e nesses angustiantes momentos passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que já havia vivido em sua vida.
De repente ele sentiu um puxão forte, que quase o partiu pela metade… Shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio suspendido pelos ares na completa escuridão, não havia nada a fazer a não ser gritar:

– Ó meu Deus me ajude!
De repente, uma voz grave e profunda vinda dos céus respondeu:
– O que você quer de mim meu filho?
– Salve-me meu Deus, por favor!
– Você realmente acredita que eu possa te salvar?
– Eu tenho certeza, meu Deus!
– Então, corte a corda que te mantém pendurado…

Ouve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda a corda e refletiu que se fizesse isso morreria…

Conta o pessoal de resgate que ao realizar as buscas encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força com suas duas mãos a uma corda… a tão-somente meio metro do chão.

ensino, reflexão, Verdade

Defeitos e Virtudes

Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.
Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós,
está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

Confiar, lição de vida, reflexão

Um conto judeu


Há muitos anos, na Pérsia, havia um rei chamado Abbas. Era
conhecido como um homem honesto e justo. Toda noite ele vagava
pelas ruas da cidade, disfarçado, para assim conhecer melhor os seus
súditos.
Certa vez, durante uma de suas andanças, notou uma pobre cabana.
Ao olhar pela janela, viu um homem diante de uma refeição bem
simples, cantando louvores a Deus. O rei bateu na porta e perguntoulhe se aceitava um convidado.
“Um convidado é uma dádiva de Deus”, disse o homem. “Por favor,
sente-se e junte-se a mim”. E, assim, repartiu sua refeição com o rei.
Os dois conversaram por muito tempo. O rei perguntou-lhe como
ganhava a vida. “Sou sapateiro”, respondeu o homem, “caminho o
dia inteiro consertando os sapatos do povo. E, à noite, compro
comida com o dinheiro que ganho”.
“E o que será do dia de amanhã?”, perguntou o rei.
“Não me preocupo com isso”, retrucou o homem, assim como está
nos Salmos, eu digo: “Bendito seja Deus cada dia, dia após dia”.
O rei ficou muito impressionado com essa atitude e prometeu voltar
no dia seguinte.
Para testar o novo amigo, o rei promulgou um decreto: ninguém
poderia consertar sapatos sem uma licença. E voltou a visitá-lo na
noite seguinte, encontrando-o sentado em sua pobre cabana,
comendo, bebendo e louvando a Deus. O homem convidou-o
novamente a participar da frugal refeição, porque “um convidado é
um presente de Deus”. O rei ouviu o homem lhe contar:
“Não podendo consertar sapatos, por decreto do rei, resolvi tirar água
do poço para as pessoas, para ganhar um pouco de dinheiro e
comprar meu sustento”. “E o que você faria se o rei proibisse isso?”
“Direi: Bendito seja Deus, dia após dia.”
Mas o rei decidiu testar mais uma vez o homem e decretou que seus
súditos estavam proibidos de tirar água dos poços sem licença. Na
noite seguinte, voltando novamente à cabana, o rei foi recebido por
seu novo amigo com alegria e o ouviu novamente declarar sua fé em
Deus.
O rei não estava convencido e decidiu testar mais e mais o homem.
Este passou a cortar lenha para garantir seu sustento e, quando isto
também foi proibido pelo rei, não desanimou e apresentou-se ao
palácio real para fazer parte da guarda real.
O homem que foi sapateiro, depois carregador de água e, em
seguida, lenhador, recebeu uma espada, para ser guarda. À noite,
sem ter recebido o pagamento, foi até uma loja e trocou a lâmina de
sua espada por um pouco de comida e colocou uma lâmina de
madeira no cabo, cobrindo-a com a bainha.
Logo depois, o rei chegou. Eles seguiram o mesmo ritual, comendo e
conversando até tarde. O amigo lhe contou sobre a espada.
“E se houver uma inspeção nas espadas, o que você fará?”, quis
saber o rei. “Bendito seja Deus, dia após dia”, respondeu o homem,
mais uma vez não demonstrando preocupação alguma.
No dia seguinte, o capitão dos guardas ordenou ao homem que
decapitasse um prisioneiro, por ordem do rei.
“Nunca matei ninguém em toda minha vida. Como posso fazer isso”,
retrucou o homem, abaixando a cabeça e recitando o Salmo:
“Bendito seja Deus, dia após dia”. Logo lhe ocorreu uma brilhante
idéia e se precipitou para obedecer à ordem do rei. Na frente de uma
multidão que viera para assistir a execução, pegou a sua espada e
gritou: “Deus Todo-Poderoso, o Senhor sabe que eu não sou um
assassino. Se o prisioneiro for culpado, deixe minha espada ser de
aço. Mas, se ele for inocente, faça com que a lâmina de aço
transforme-se em madeira”. Dizendo isso, puxou a bainha e, oh!, a
espada era de madeira! Todos ficaram pasmos de surpresa.
O rei chamou o sapateiro e o abraçou. Contou-lhe sobre o seu
disfarce e os testes pelos quais o fizera passar.
“Eu nunca tinha encontrado um homem com tamanha fé”, disse o rei.
E foi assim que o sapateiro, que se tornou carregador de água, e
depois lenhador, guarda real e finalmente o conselheiro do rei.
(autor desconhecido)

família

O que nos ensina a vida em um submarino

Tá difícil viver em quarentena, mas imagine os que vivem em submarinos, que permanecem isolados durante meses. Para ser tripulante de submarino, é preciso completar uma formação específica de um ano. Durante esse tempo, o candidato avalia, entre outras coisas, se será capaz de viver em um habitáculo de 100 metros quadrados durante oito semanas seguidas com um só chuveiro e duas privadas para serem divididos entre os 70 tripulantes.

texto Pilar Jericó, ela é coordenadora do blog Laboratorio de Felicidad, do EL PAÍS.

Vínculos pessoais afloram com mais intensidade quando se convive em um confinamento. Para protegê-los, pode nos ser útil a experiência dos tripulantes de embarcações submersíveis

Estamos há várias semanas confinados, e o tempo nos parece eterno. Começamos fazendo um sem-fim de atividades, mas, pouco a pouco, as notícias, as perdas e o esgotamento vão nos abalando. Nestas circunstâncias, as emoções incômodas, como a irritação, o tédio e o medo, trazem tensão às relações familiares. A história não é nova, já aconteceu em Wuhan, a cidade chinesa onde os especialistas situam a origem do coronavírus. Depois de dois meses de fechamento, quando as autoridades suspenderam o confinamento, o número de divórcios teve um aumento nunca antes visto.

Tem sua lógica. As dificuldades nas relações pessoais afloram com mais intensidade quando se convive em casas pequenas, sem a possibilidade de sair à rua. Entretanto, existe uma alternativa: aprender com tripulantes de embarcações comerciais, com militares da Marinha, com os pescadores de alto-mar, e, especialmente, com os embarcados em submarinos, que permanecem isolados durante meses. Para ser tripulante de submarino, é preciso completar uma formação específica de um ano. Durante esse tempo, o candidato avalia, entre outras coisas, se será capaz de viver em um habitáculo de 100 metros quadrados durante oito semanas seguidas com um só chuveiro e duas privadas para serem divididos entre os 70 tripulantes.

“Não há janelas e não sabemos se está chovendo ou fazendo um sol lindo”, diz o capitão-de-fragata Ricardo Poblaciones, da Marinha espanhola, depois de 13 anos navegando em submarinos. Para viver nesse espaço é preciso seguir certas normas básicas. Uma experiência com a qual podemos aprender para cuidar dos nossos relacionamentos familiares durante as semanas que o confinamento durar.

O primeiro de tudo é aprender as rotinas mais simples. Desde que nos levantamos até nos deitarmos, precisamos incorporar atividades que se repitam. Por isso, para suportar melhor o fechamento, devemos nos vestir durante o dia com uma roupa diferente do pijama, arrumar a cama, aplaudir às 20h [na Espanha, esse é o horário para se homenagear os profissionais de saúde] e dedicar um tempo ao trabalho e outro ao lazer, mesmo que sejam poucos minutos (sobretudo em lares onde é preciso cuidar de outros). Devemos incorporar também o esporte. Nos submarinos, por exemplo, caminham-se apenas 30 metros por dia, mas há anos as tripulações são incentivadas a fazerem alongamentos ou exercícios estáticos. O objetivo não é só manter o corpo, mas também a mente.

O segundo passo é estabelecer objetivos diários, mas que estejam ao alcance da nossa mão. Assim como a mente precisa de uma rotina, também é importante que tenha desafios. Podem ser fáceis, como testar uma nova receita culinária, fazer uma live com amigos, terminar um livro ou uma série. Os desafios focalizam nossa mente e nos obrigam a prestar atenção naquilo que depende de nós mesmos, não a pensamentos que nos corroem. Em terceiro lugar, devemos seguir a regra do “hoje por você, amanhã por mim”. Os confinamentos nos obrigam a viver as emoções de um modo mais intenso. Não é de estranhar que, quando passam algumas semanas, se o tempo nos pesa, nos tornamos mais suscetíveis e melindrados. Tudo nos incomoda e nosso pavio fica curto, o que provoca autênticas espirais nas relações pessoais. Para evitá-las, na convivência diária dos navios ou dos submarinos impera esta máxima: hoje por você, amanhã por mim. Graças a ela, supõe-se que nem sempre se tem a razão, e que às vezes é melhor cedermos.

O quarto passo é aumentar a flexibilidade consigo mesmo e com os outros. Embora os tripulantes optem pela experiência e a vivam como um trabalho, nos lares precisamos de um pouco de flexibilidade nas exigências diárias. Se tivermos filhos em idade escolar, é muito difícil que sigam o ritmo habitual de estudos e de deveres, mesmo que tenham aulas on-line. O mesmo acontece com o teletrabalho. Se não estivermos acostumados ou se não contarmos com as condições ideais, não vamos render 100%. São momentos difíceis para muitos, e é preciso aceitar a situação. Em quinto e último lugar, devemos encontrar espaços de convivência onde todos se sintam importantes. Para que haja harmonia em uma casa, cada um de seus membros deve se sentir reconhecido. Nos navios e submarinos espanhóis, portugueses e italianos, por exemplo, um lugar de encontro habitual é a cozinha, onde não é raro que todos se ajudem a preparar a comida. Em casa podemos estimular brincadeiras de lazer compartilhado, onde, de maneira alternativa, cada um seja o responsável por propor algo. Ou criar responsabilidades na hora de preparar o almoço e o jantar. Desse modo, todos se sentem importantes.

Um ambiente confinado é também uma oportunidade para aprender, para refletir e para crescer como pessoa. Se encararmos assim, é possível viver de maneira mais amável. Ou, como reconhece o capitão Ricardo Poblaciones: “Eu gosto de trabalhar em um submarino pela sensação de família que se cria. Em um espaço tão sofisticado tecnologicamente falando, as relações que realmente importam são as humanas”. Aproveitemos isso também em nossos lares.

Pilar Jericó é coordenadora do blog Laboratorio de Felicidad, do EL PAÍS.

guerra, lição de vida, preocupação

Terceira Guerra Mundial

Um texto para a reflexão… (desconheço o autor)

Eu nasci alguns anos depois do fim da última grande guerra, e desde pequena ouço falar que a Terceira Guerra Mundial provavelmente iria dizimar grande parte da raça humana. Acho que chegamos nela e nem nos demos conta disso. A diferença é que eu, na minha inocência, acreditava que seria uma briga de algum país rico, contra outro país rico, em busca de alguma riqueza ainda maior. Que esses países inventariam bombas terríveis e com toda força bélica iriam demonstrar quem era o mais forte… Errei… Errei feio… Descobri que o país mais forte na terceira guerra mundial, não é o que tem mais armas de fogo. Não é o que investiu em força bélica, ou armamento nuclear. O país que vai ganhar a guerra é aquele que soube investir na civaloresência, na saúde e em sua infraestrutura hospitalar, porque o inimigo não morre com um tiro, pois ele é invisível. Mas, em uma coisa eu estava certa… Muitos irão morrer. Essa guerra está aí para inverter valores. Veja: o petróleo, sem consumo, não vale nada, não é mais ouro negro como sempre disseram… O ouro hoje é em gel e transparente… E só serve pra desinfetar.
Shoppings fechados, lojas desertas. Pra que comprar, se ninguém vai ver a bota nova comprada na loja cara logo no lançamento da coleção outono-inverno?
Carros caros que não saem das garagens. Viagens desmarcadas. A Disney perdeu o encanto e o Donald, dessa vez o Trump, pede para que os americanos fiquem em casa. Em todas as línguas a palavra mais falada é essa mesmo “casa”… Que ganha um novo significado, além de morada vira “abrigo”.
A Muralha da China não impediu que o vírus se espalhasse. Deixamos todo o trabalho em cima das mesas e de um dia para o outro e tudo parou… Tenho a sensação de que não me despedi de ninguém… Fico imaginando que eu não posso perder ninguém, nem ir embora desse mundo sem me despedir. Será que abracei o suficiente? Será que disse a todos o quanto eu os amo? Não sei… Essa Guerra me deixou sem chão. Verdades tão óbvias apareceram e quebraram paradigmas. Precisou que o mundo parasse e o vírus ameaçasse nossa sobrevivência para que os pais percebessem que educação se faz em casa. E que escolas são centros de socialização. Que ensinar não é fácil e que professores são muito mais heróis do que aqueles que o cinema mostra. Que os mitos estão nos hospitais, de máscaras e sem condições de trabalho e não no Planalto onde a idiotização das pessoas toma forma humana e sem escrúpulos.
Se você aprendeu com a sabedoria dos mais velhos, sorte a sua, pois o mundo depois desse tsunami será mais jovem, com menos rugas e menos sábio… Ou talvez a sabedoria apareça nesse tempo, desde que ele sirva para entendermos que viagens foram canceladas porque a grande viagem que deve ser feita é pra dentro de nós mesmos. Para que você entenda que o importante não são os custos, mas os valores. Que essa guerra sirva pra que você reveja seus conceitos, entenda que rico é o trabalhador, sem ele não existe riqueza. Que sem o homem a natureza é mais feliz e o céu mais azul. Que amigos usam a tecnologia pra se fazer perto e que não existe distância para aqueles que se amam. Que vencer uma guerra no sofá é uma benção e está em suas mãos. Sua casa é sua trincheira e na terceira guerra mundial a granada mais perigosa é água e sabão. E quando passar, olhe pra essa quarentena e veja que ela foi apenas o tempo de incubação, que você precisou para renascer.

Amor, Comunhão, Vida

Um inocente morreu de braços abertos…

Quando tudo estiver passado não vamos esquecer o que passamos juntos o que sofremos e o que choramos
porque uma coisa que mais senti nesse isolamento foi a falta de um abraço, passamos tão rápido por esse mundo
e não damos conta do que de mais temos de valor, as pessoas, o amor de nossas famílias, o amor de nossos amigos
no abraço expressamos sem palavras o quanto me importo com você, o quanto você é importante para mim.
Portanto iremos sair mais fortes e mais sensíveis com a dor do próximo, lembre-se que um dia um inocente
morreu de braços abertos para que eu e você possamos viver sem o peso do pecado. O segundo mandamento
“amar o próximo como a ti mesmo” JESUS TE AMA.