Conto, Jesus, Sabedoria, Valor

Só depende das mãos que a seguram

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Uma bola de Basquete em minhas mãos custa cerca de
R$ 50,00.
Uma bola de Basquete nas mãos do Michael Jordan custaria cerca de R$ 5.000,00.
Só depende das mãos que a seguram.
Uma vara em minhas mãos serviria apenas para afugentar um cão.
Uma vara nas mãos de Moisés abriu um caminho seguro no mar vermelho.
Só depende das mãos que a seguram.
Um estilingue(seta) em minhas mãos seria somente um brinquedo de criança.
Um estilingue nas mãos de Davi se tornou uma poderosa arma, capaz de derrubar gigantes.
Só depende das mãos que a seguram.
Dois peixes e cinco fatias de pão em minhas mãos serviriam para fazer um lanchinho. Dois peixes e cinco fatias de pão nas mãos do nosso Senhor Jesus Cristo, foram multiplicados e alimentaram mais de 5 mil pessoas.
Só depende das mãos que os seguram.
Pregos em minhas mãos serviriam para pendurar quadros na parede.
Pregos nas mãos de Jesus Cristo serviram para trazer a salvação para o mundo inteiro.
Só depende das mãos que os seguram.
Como podes ver agora, só depende das mãos que seguram.
Por isso ponha suas ansiedades, suas preocupações, seus temores, seus alvos, seus sonhos, sua familia e seu relacionamento nas mãos de Deus, porque…
Só depende das mãos que seguram.
Jesus disse: Se creres em Mim como diz as Escritura, do seu interior fluirão rios de aguas vivas (Espirito Santo).
Esta mensagem agora encontra-se em suas suas mãos.
Qual o destino que Tu lhe darás?

Só depende das mãos em que ela se encontra!
Na minha mão não vai ficar! mais vidas sejam edificadas em Cristo Jesus!

Amor, Deus, Drama

“Meus filhos escorregaram de minhas mãos”

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Quando um barco lotado de refugiados, a 500 metros da praia, começou a afundar, Abdullah Kurdi tentou salvar a sua família mas, segundo as suas próprias palavras, “meus filhos escorregaram de minhas mãos”. Posso imaginar, com o coração de pai e de avô, o desespero de Abdullah. Mais tarde, o corpo de um dos seus filhos, o pequeno Aylan Kurdi, de apenas três anos, foi achado morto na praia. Uma foto que chocou o mundo.

E foi pensando nisso que entendi: estamos todos no mesmo barco de Abdullah Kurdi. Um barco açoitado por ondas bravias e ventos impetuosos, lotados de pais desesperados, tentando salvar seus filhos das drogas, da gravidez na adolescência, do alcoolismo, da mentira, da violência urbana, das más companhias e da perdição eterna.

Olhamos para a foto de Aylan, morto na praia, e nos emocionamos ao pensarmos na hipótese de, se no lugar dele, estivesse um filho, neto ou sobrinho. A dor é tão grande que nos esquecemos que, pior, incomparavelmente pior, é a morte eterna. Nossos filhos não podem escorregar das nossas mãos. “Não geramos filhos para povoar o inferno”. Eles foram entregues a nós pelo Senhor e nós iremos entregá-los de volta ao Pai (Nosso).

Quando os filhos começam a escorregar das nossas mãos?

1) Quando não oramos por eles e com eles.

2) Quando nossas atitudes negam as nossas palavras.

3) Quando permitimos que eles desobedeçam a Deus, de forma sistemática, dentro das nossas casas.

4) Quando não colocamos limites para suas ações e palavras.

5) Quando confundimos fidelidade com cumplicidade.

6) Quando existem tios demais e pais de menos.

7) Quando terceirizamos para a igreja o ensino bíblico.

8) Quando não temos tempo para ouvi-los.

9) Quando qualquer desculpa é aceita para que eles se ausentem da igreja.

10) Quando ensinamos nossos filhos a decidirem por dinheiro.

Onde estava Deus quando Aylan caiu no mar? Ele está onde sempre esteve. Antes mesmo do soldado carregar seu corpo frio na praia turca, o Senhor já o havia levado no colo para casa.

Onde está Deus agora, quando o barco da nossa casa está açoitado por ventos e ondas tão ameaçadoras, e nossos filhos estão escorregando das nossas mãos, prestes a caírem no mar? Ele está onde sempre esteve, pronto para vir ao nosso encontro, andando por cima das ondas, enfrentando ventos impetuosos e dizendo : “… não tenham medo, coragem … sou Eu … ” Marcos 6:50

(Pr. Marcelo Gualberto)

cicatriz

LIÇÃO DE VIDA

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Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa . Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do diretor para a entrevista final. O diretor viu seu CV, era excelente. E perguntou-lhe:
– Você recebeu alguma bolsa na escola? – o jovem respondeu – Não.
– Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
– Sim – respondeu ele.
– Onde é que seu pai trabalha?
– Meu pai faz trabalhos de serralheria.

O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.

– Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
– Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.

O Diretor lhe disse:
– Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.

O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!

Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
– Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
– Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje… Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.

O diretor disse:
– Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado.

Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de “Tenho direito” e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se somos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande… Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também . Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.

O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

(Tradução da postagem de Adri Gehlen Korb)

ensino

CASTELO DE AREIA

Castelo de Areia 1-1

São pequenas coisas que nos ensinam muito.

“Num dia de verão, eu estava na praia, espiando duas crianças na areia.Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas.

Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa: em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.

Compreendi que havia recebido uma importante lição: tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para serem construídas, tudo é feito de areia; só o que permanece é o nosso relacionamento com Deus.

Mais cedo ou mais tarde, a onda virá e irá desfazer o que levamos tanto tempo para construir.

Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos seguras nas mãos de Deus será capaz de rir.”

SEGURA NA MÃO DE DEUS!