Motivacional, Orientação

Pedras no caminho – Texto: Karem Cardim

Uma das decisões mais importantes da nossa vida
é escolher um caminho para seguir
esse caminho dirá muito do futuro que queremos
e dos sonhos e objetivos que planejamos
mas a verdade é que em um momento ou outro
todos encontraremos uma pedra no meio do caminho
e sabe os problemas não são as pedras que encontramos, não!
Para Moisés as pedras foram um papel perfeito
para Deus escrever os seus mandamentos (Êxodo 31:18)
para Davi pedras foram as armas que derrubou o seu gigante (I Samuel 17:49)
para Gideão pedras foram necessárias para reedificar um altar (Juizes 6)
para Jacó uma pedra se tornou um travesseiro para o seu descanso (Genesis 28:11)
para a mulher adultera as pedras no chão foram o maior livramento para sua vida (João 8)
o problema está naquilo que deixamos o que essas pedras gerem dentro de nós
você consegue entender?
As pedras podem destruir sim! Mas nas mãos de quem é disposto e tem visão
são instrumentos para reconstrução de algo ainda mais bonito e forte
pedras podem fazer cair sim! Mas nos olhos de quem é sincero e arrependido
sempre serão motivos para se levantar mais uma vez
pedra ferem e machucam sim! Mas no caminho de quem entende o propósito pelo qual está vivendo
são marcas de um sofrimento que não foi maior e nem mais forte do que o amor
por quem está esperando no final do caminho, JESUS CRISTO.
se permitimos elas irão nos derrubar sim, mas sabe elas passam,
ainda podemos levantar e reedificar o altar que se quebrou
pedras não param ninguém, apenas quem já queria um motivo para parar
talvez se reagirmos de uma forma diferente elas não destruiriam tanto
elas não seriam quedas todas as vezes, elas não seriam feridas por tanto tempo
elas seriam vertígios de um caminho que nos tornou muito mais resistentes, firmes e constantes
JESUS nos ensina que a casa que está edificada sobre a rocha não será abalada (Mateus 7:25)
ou seja não é derrubar ou construir a casa, não!
A rocha está lá para que a casa seja levantada e construída sobre ela
o nosso erro está em usar como desculpa para permanecer no chão
aquilo que DEUS permite que aquilo que está no meio do caminho para nos ensinar como caminhar
e a verdade é essa cada pedra no meio do caminho nos ensina a caminhar melhor
sabe, a pedra que tapou o sepulcro?, para muitos significou o fim
mas para CRISTO e aqueles que creem Nele foi a porta que se abriu
para a reconciliação entre o nosso DEUS e quem nós somos
lapide suas pedras pode existir um tesouro escondido em cada uma delas!

Exemplo

RASTRO

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À beira de um grande charco, vivia um casal com seu filhinho Henrique. Um dia, Henrique seguiu o pai, pântano a dentro, sem que ninguém o percebesse, Quando deram pela falta do menino, puseram-se a procura-lo, ansiosos. Finalmente, descobriram seus pequenos rastros rumo ao charco.

Em cada pegada deixada pelo pai, via-se o rastro do pequenino sapato de Henrique. Os pais o seguiram, penetrando no charco, forçando a vista, no afã de descobrir o paradeiro do filhinho. Chegando ao outro lado do pantanal encontraram o pequeno Henrique… sentado!

É que, como ele não conseguisse mais ver os rastros do pai, ele se sentou à espera de que o pai o viesse buscar. E assim pôde ser encontrado.

Seria maravilhoso se, como filhos de Deus que somos, nossos rastros sempre fossem encontrados somente onde as pegadas do nosso Salvador Jesus Cristo assinalam o caminho!

ESTOU PENSANDO… por onde anda Meu rastro… e você ?

Sabedoria, Tempo

O MAIOR OBSTÁCULO DA VIDA

 

pedra_obstaculo_caminho

Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.

Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.

No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.

Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.

O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.

O segundo levaria uma corça rara.

O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.

O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.

O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.

O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.

Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.

O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.

Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa de derrota.

O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:

— Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar dos próprios negócios, sem intrometer-se nas atividades alheias.

Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.