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Como começar um discurso com inteligência

 

Um exemplo de oratória e habilidade política, ocorrido há algum tempo na ONU, fez sorrir toda a comunidade mundial ali presente.

Falava o representante de Israel na ONU:

– “Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés.
… (todos ficaram muito curiosos)
…Quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente”:
“Que boa oportunidade para tomar um banho!”.
Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n´água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, sua roupa tinha sumido!

Os palestinos haviam-na roubado!!!”

Um representante da Palestina de pronto levantou-se furioso e bradou:
– “Que mentira boba e descabida! …Nem havia palestinos naquela época!!!”

O representante de Israel então sorriu e afirmou:

– “Muito bem… Então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso enfim começar o meu discurso…”

Se um discurso semelhante fosse aplicado ao Brasil, seria mais ou menos assim:

Em 1.979, os Governos Militares, depois de salvar o Brasil do comunismo, e prepará-lo para um futuro brilhante, com uma grande infraestrutura governamental, resolveram iniciar a abertura política e se retirar totalmente da área política, preparando inclusive uma Lei da Anistia, para perdoar até mesmo aos traidores da Pátria, entre eles muitos assassinos, seqüestradores e assaltantes.

Mas o PT roubou toda a minuta desses documentos!!!
Aí, com certeza, uma voz de uma petista, raivosa, diria:

– MAS EM 1.979 O PT NEM EXISTIA!!!!

Então podemos afirmar com absoluta certeza de que o PT nada fez para a Democratização e Abertura Política do País, nem para seu desenvolvimento, muito pelo contrário:
CONDENOU-O AO ATRASO, À IGNORÂNCIA E À DESONESTIDADE ENTRE SEUS PARES !

Lembre-se sempre:

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil.

ensino

ESCOLHA OS MELHORES

Bandeira 5 estilizada

Veja o ponto de vista de Marcos Pereira

Assistia um dia desses ao filme Getúlio, que conta a história do ex-presidente e ditador Getúlio Dornelles Vargas. Embora eu esteja lendo sua extensa biografia, uma frase proferida pelo ator Tony Ramos, que interpreta Vargas, me chamou atenção: “Eu estou há tantos anos no poder. Quase nunca me pediram algo para o País. Sempre me pediram algo para alguém, sempre.”

Getúlio Vargas governou o Brasil em dois períodos: de 1930 a 1945 (15 anos) e de 1951 a 1954, quando então cometeu suicídio. Embora já tenham se passado 60 anos desde sua morte, a frase acima continua atual e verdadeira.

Há uma cultura perniciosa no Brasil que costuma caracterizar o homem público como aquele que deve solucionar problemas individuais e não coletivos. Para muitos, infelizmente, o bom político é aquele que custeia o jogo de camisas do time da várzea, que financia o churrasco ou que arranja um emprego no cabide público.

A falta de entendimento de boa parte da população sobre a função de cada agente público colabora para alargar ainda mais esse abismo. Uma sociedade consciente das atribuições de um vereador, de um deputado ou mesmo do presidente da República tem mais controle do poder do que uma massa amorfa de cidadãos alienados.

Os programas eleitorais na televisão estão falando muito em “mudança” e da proposta de uma “nova política”, porém isso só será possível de verdade quando o cidadão entender sua importância na democracia e no momento de escolher seus representantes. O desafio dos partidos políticos é apresentar alternativas viáveis para essa mudança.

Ao escolher o seu deputado federal, por exemplo, pense que estará votando naquele que vai representar as ideias que você também compartilha. O voto de protesto ou em branco/nulo também não contribui nada para a melhora da nossa política. Essa história de “pior que está não fica” não existe. Tudo pode piorar. Mas pode melhorar também.

O Brasil precisa de transformações profundas na economia, nos transportes, na saúde e na educação. Só vamos conseguir fazer o que precisa ser feito se todos estiverem realmente comprometidos com a coletividade. Gaste alguns minutos pesquisando a vida dos candidatos. Eleja os melhores e participe ativamente do futuro da nossa nação.

Marcos Pereira é advogado e presidente nacional do PRB

Educação, Opinião

O VELHO E A JABUTICABEIRA

arvore

Um velho estava cuidando de uma planta com todo o carinho. Um jovem aproximou-se e perguntou:
– Que planta é esta que o senhor está cuidando?
– Ah! É uma jabuticabeira – respondeu o velho.
– E ela demora quanto tempo para dar frutos?
– Pelo menos uns quinze anos – informou o velho.
– E o senhor espera viver tanto tempo assim?
– indagou irônico o rapaz.
– Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada! – disse o ancião.
– Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
– Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você…

O Brasil é como essa jabuticabeira, Tem bons frutos para serem colhidos, o que falta são políticos que pensem o Brasil como esse velho, porem só encontramos quem pense como esse jovem.