Livramento, PREOCUPAÇÃO

A HORA MAIS ESCURA DA NOITE

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Havia um índio da tribo Mayrahú, que morava próximo à um rio e que vivia muito bem com sua família. Ele plantava milho para consumo próprio e o que sobrava trocava com outros companheiros por arroz, trigo e outros cereais. Para complementar a alimentação de sua família ele pescava e caçava pelas redondezas. Durante muito tempo tudo corria na mais imensa paz e sua vida era um imenso mar de rosas, mas o ano que se aproximava lhe trazia surpresas nada agradáveis.

Nesse ano, houve uma seca muito grande, o rio secou, a sua plantação de milho morreu, e os animais que andavam por aquelas redondezas desapareceram. Para piorar as coisas, sua mãe que estava de idade avançada contraiu dengue, seu filhinho contraiu malária e sua esposa que estava grávida de 4 meses acabou tendo um aborto acidental. Tudo isso fez com que o nosso índio ficasse desesperado, pois além de estar passando fome tudo mais em sua vida estava dando errado. Ele já não sabia a quem recorrer e estado de agonia resolveu ir conversar com o ancião da tribo.

Ao chegar para conversar com o ancião, o amigo índio foi logo desabafando e contando todos os problemas que estava passando naquele momento. O ancião apenas ouvia atentamente sem proferir nenhuma palavra. O índio continuou falando, falando, falando até que percebeu que o ancião não havia proferido palavra alguma.

Desesperado e já em prantos, o índio gritou:
– Por favor ancião, me dê uma luz! Será que você não percebe o meu desespero. Já não sei mais o que fazer da minha vida.

O ancião suspirou e com uma voz calma disse:
– Meu filho, alegre-se, pois a hora mais escura da noite é aquela em que o sol está mais próximo de nascer.

SOFRIMENTO

O FUNDO DO POÇO

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Havia um homem, que morava próximo à um rio e que vivia muito bem com sua família. Ele plantava milho para consumo próprio e o que sobrava trocava com outros companheiros por arroz, trigo e outros cereais. Para complementar a alimentação de sua família ele pescava e caçava pelas redondezas. Durante muito tempo tudo corria na mais imensa paz e sua vida era um imenso mar de rosas, mas o ano que se aproximava lhe trazia surpresas nada agradáveis.
Nesse ano, houve uma seca muito grande, o rio secou, a sua plantação de milho morreu, e os animais que andavam por aquelas redondezas desapareceram. Para piorar as coisas, sua mãe que estava de idade avançada contraiu dengue, seu filhinho contraiu malária e sua esposa que estava grávida de 4 meses acabou tendo um aborto acidental. Tudo isso fez com que ele ficasse desesperado, pois além de estar passando fome, tudo mais em sua vida estava dando errado. Ele já não sabia a quem recorrer, e em grande agonia resolveu ir conversar com um senhor muito sábio e religioso que morava por perto.
Ao chegar para conversar com o sábio, foi logo desabafando e contando todos os problemas que estava passando naquele momento. O sábio senhor apenas ouvia atentamente sem proferir nenhuma palavra. Ele então continuou falando, falando, falando até que percebeu que o sábio não havia proferido palavra alguma.
Desesperado e já em prantos, o sofrido homem gritou: 
- Por favor, me dê uma luz! Será que você não percebe o meu desespero. Já não sei mais o que fazer da minha vida.
O sábio suspirou e com uma voz calma disse: 
- Meu filho, alegre-se, pois a hora mais escura da noite é aquela em que o sol está mais próximo de nascer.

“Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.”
Salmo 59.16