Motivacional, Sabedoria

AS CINCO BOLAS

Cinco bolas

Senhoras, senhores… moças e rapazes;

Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são:
seu trabalho
sua família
sua saúde
seus amigos e
sua vida espiritual,
e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha se soltá-la, ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: família, saúde, amigos e espirito, são frágeis como vidros se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horário regular do seu emprego e deixe o trabalho no horário.
Gaste o tempo requerido para a sua família e aos amigos.
Faça exercícios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo… cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais importante, porque é eterno.
Shakespeare dizia: sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre têm solução. A vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente
e recorde: antes de falar… escute! Antes de escrever… pense! Antes de criticar… examine! Antes de ferir… sente! Antes de orar… perdoe! Antes de gastar… ganhe! Antes de se render… Tente de novo! Antes de morrer… viva!
Pense nisso, mas pense agora!
(Com base no discurso de despedida do ex-presidente da coca cola Bryan Dyson.)

ensino, Sabedoria

O MUNDO E O HOMEM

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Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava os dias em seu laboratório, em busca de respostas para suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, insistiu para que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair-lhe a atenção. De repente, deparou com o mapa do mundo e pensou: “É isso.” Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou-o ao filho, dizendo:

— Você gosta de quebra-cabeças, não é? Então, vou dar-lhe o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho. Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente…

— Papai, papai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!

A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu até tentei, mas não consegui. Foi então que me lembrei do homem. Virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu já conheço bem. Quando consegui consertar o homem, virei do outro lado e vi que dessa forma eu havia consertado o mundo.

Sabedoria

BANANAS

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Um viajante resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal.
Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge, sorrindo, sentado.
– Por que o senhor sorri ? – perguntou ao monge.
– Porque entendo o significado das bananas – disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro.
– Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo, agora é tarde demais.
Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde.
Mostrou-a e tornou a guardá-la.
– Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo – disse.
Finalmente, tirou uma banana madura, descascou-a, e dividiu-a com meu amigo, dizendo :
– Este é o momento presente.
Saiba vivê-lo sem medo.

Mulher, Sabedoria

A MULHER INVISÍVEL

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– Esse texto é parte de uma palestra da escritora  que escreveu o livro “A Mulher Invisível”. –


Tudo foi acontecendo aos poucos.

Eu falava e ninguém ouvia.
Eu dizia: “Desliguem a TV, por favor”.
E… nada.
Então eu gritava: “Desliguem a TV !”
E depois de repetir várias vezes, eu mesma tinha que desliga-la.
Eu percebi isso em outras situações.
Meu marido e eu estavamos numa festa há horas.
Eu já estava pronta para ir embora.
Eu fui saindo. Ele estava conversando com um amigo e…
Continuou conversando. Ele nem se virou.
Foi então, que eu percebi: ELE NÃO CONSEGUE ME VER.
Eu sou INVISÍVEL!, Eu sou INVISÍVEL!
Eu fui notando cada vez mais.
Eu levava meu filho para a escola e a professora perguntava:
” Jake, quem é essa com você? ”
E ele dizia: ” Ninguém! ”
Ele só tem cinco anos e eu já sou: ” Ninguém!”
Numa noite dessas, nosso círculo de amizades se reuniu…
Celebrando a Volta de uma amiga da Inglaterra.
Janice contava tudo sobre a viagem e eu olhava as outras mulheres na mesa.
Eu tinha me maquiado no carro, usava um vestido qualquer e meu cabelo sujo estava com um prendedor velho.
Eu estava me sentindo ridícula.
Janice veio até mim e disse: “EU TE TROUXE ISTO.”
Era um livro sobre as grandes catedrais da Europa.
Eu não entendi até ler a dedicatória:
“COM ADMIRAÇÃO, POR TUDO DE BOM QUE VOCÊ CONSTRÓI E NINGUÉM VÊ.”
Não se sabe os nomes de quem construiu as grandes catedrais.
Você procura, mas só acha: ” Construtor: desconhecido”
Desconhecido…
Eles completaram obras sem saber se jamais seriam reconhecidos.
Há uma história sobre um dos construtores…
Que estava esculpindo um passarinho, que seria coberto por um telhado.
Alguém lhe disse: ” Porque gastar tanto tempo fazendo algo que ninguém verá?”
E aqui diz que ele respondeu: ” PORQUE DEUS VÊ! ”
Eles acreditavam que Deus vê tudo.
Deram sua vida por obras que nunca viram concluídas.
Algumas catedrais levaram mais de 100 anos para ficarem prontas.
Isso é muito mais que a vida útil de um trabalhador.
Sacrificaram-se dia após dia, para não terem qualquer reconhecimento.
Numa obra que não veriam concluída.
Um dos escritores chega a dizer, que nenhuma grande catedral será novamente erguida…
Porque há pouquíssimas pessoas dispostas a tanto sacrifício.
Eu fechei o livro e era como se Deus me dissesse: ” EU TE VEJO.”
” VOCÊ NÃO É INVISÍVEL PARA MIM.”
” NENHUM SACRIFÍCIO É TÃO PEQUENO QUE EU NÃO VEJA.”
“EU SORRIO AO VER CADA BOLO, CADA BOTÃO PREGADO…”
” VEJO CADA LÁGRIMA DE DECEPÇÃO QUANDO AS COISAS VÃO MAL.”
“Mas lembre-se: VOCÊ ESTÁ CONSTRUINDO UMA CATEDRAL.”
“ELA NÃO FICARÁ PRONTA DURANTE A SUA VIDA.”
” E, INFELIZMENTE VOCÊ NUNCA ENTRARÁ NELA.”
” Mas se você construí-la bem, EU ENTRAREI.”
Às vezes, a invisibilidade me afligia.
Mas entendi que ela não é a doença que apaga a minha vida.
Ela é a cura para a doença do egocentrismo.
É o antídoto para o meu orgulho.
Não importa se os outros não me vêem.
Não importa se meu filho não disser a um amiguinho que for lá em casa:
” Você não vai acreditar no que a minha mãe faz: Ela acorda às quatro da manhã, cozinha, passa roupa…”
Ainda que eu faça tudo isso.
Eu quero que meu filho, se sinta feliz ao voltar pra casa e diga ao seu amiguinho:
” Você vai adorar ir lá em casa! ”
Não importa se os outros não me vêem.
Não trabalhamos para as pessoas.
Trabalhamos pra Deus.
Nos sacrificamos por ele.
Os outros nunca prestarão atenção, por melhor que trabalhemos.
Oremos para que o nosso trabalho, fique como um monumento para o nosso DEUS!

LEMBRA A PASSAGEM BÍBLICA:
Colossenses 3.23-24:
“Tudo quanto fizerdes,
fazei-o de todo o coração,
como para o Senhor e não para homens,
cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança”.

 

Fábula, Sabedoria

QUE TIPO DE PESSOA VIVE AQUI ?

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Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive neste lugar ?

– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? – perguntou por sua vez o ancião.

– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.

– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –replicou o velho.

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive por aqui?

O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?

O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.

– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu :

– Cada um carrega no seu coração o  ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

Motivacional, Sabedoria

ESTAMOS TODOS NO MESMO BARCO

BARCO

Há muitos anos, Tom era funcionário de uma empresa muito preocupada com a educação. Um dia, o executivo principal decidiu que ele e todo grupo gerencial, um total de 12 pessoas, deveriam participar de um curso de sobrevivência, que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos. A prova era cruzar um rio violento e impetuoso.

Para surpresa de todos, pela primeira vez o grupo gerencial foi solicitado a dividir-se em três grupos menores de quatro pessoas para a superação daquele obstáculo. Os grupos eram: A, B e C.

O grupo “A” recebeu quatro tambores de óleos vazios, duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.

O grupo “B” recebeu dois tambores, uma tora e um rolo de barbante.

Já o grupo “C” não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem os recursos fornecidos pela natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta próxima.

Não foi dada nenhuma instrução a mais. Simplesmente foi dito aos participantes que todos deveriam atravessar o rio dentro de quatro horas Tom teve a “sorte” de estar no grupo “A”, que não levou mais do que meia hora para construir uma maravilhosa jangada.

Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo estava em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os grupos em sua luta desesperada. O grupo “B”, ao contrário, levou quase duas horas para atravessar o rio. Havia muito tempo que Tom e sua equipe não riam tanto como no momento em que a tora e dois dos tambores viraram com seus gerentes financeiro, de computação, de produção e de pessoal E o melhor estava por vir. Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo “C” tentou lutar contra as águas espumantes. Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos, que estavam se movendo rapidamente com a correnteza. O auge da diversão foi quando o grupo bateu em um rochedo, quebrando os galhos. Somente reunindo todas as forças que lhes restavam foi que o último membro do grupo “C”, o gerente de logística, todo arranhado e com os óculos quebrados, conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.

Quando o líder do curso voltou, depois de quatro horas, perguntou: Então como vocês se saíram? O grupo “A” respondeu em coro:Nós vencemos! Nós vencemos! O líder do curso responde: Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros. A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio dentro de quatro horas. Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem sonhou em dividir os recursos (tambores, toras, corda e remos) para atingirem uma meta comum. Não ocorreu a nenhum dos grupos coordenar os esforços e ajudar os outros. Foi uma lição para todos no grupo gerencial. Todos caíram direto na armadilha. Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito de trabalho em equipe e de lealdade em relação aos outros.

MORAL DA HISTÓRIA Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um. Mas infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa. Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida !

DICA = Estamos todos no mesmo barco! Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar! É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante. A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa. A EQUIPE FAZ A FORÇA A equipe só sobrevive quando todos estiverem empenhados e comprometidos com os resultados, respeitando indistintamente a tudo e a todos.

Sabedoria, Tempo

O MAIOR OBSTÁCULO DA VIDA

 

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Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.

Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.

No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.

Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.

O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.

O segundo levaria uma corça rara.

O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.

O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.

O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.

O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.

Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.

O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.

Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa de derrota.

O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:

— Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar dos próprios negócios, sem intrometer-se nas atividades alheias.

Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.

ensino, lição de vida, Sabedoria

OPORTUNIDADE

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Um anjo conversava com Deus:
– Senhor por favor já estou a muito tempo como Anjo, e a minha promoção? Quando vem? Quero um par de asas maior, não essas duas peninhas presa as costas.
E Deus respondeu:
– Calma, … ainda não é hora!!!
Mas o anjo todos os dias interpelava ao Senhor pedindo sua promoção. Até que um belo dia, Deus disse:
– Muito bem Anjo, você quer muito essa promoção, não é? mas para ser promovido deves passar por um teste, e este consiste em salvar uma vida na terra.

– Isso é fácil Senhor, posso ir agora?
– Calma Anjo, antes deves tomar conhecimento de algumas regras. Você deve salvar a vida de alguém que esta preste a se suicidar sem fazer uso de qualquer poder divino, usando exclusivamente o dom da palavra como um mortal e sem identificar como Meu Anjo.
Caso falhes na tentativa voltaras a ser suplente de aprendiz de Anjo. Acreditas estar preparado para tal?
E o anjo respondeu meio surpreso:
– Senhor, as condições são severas, mas eu topo o desafio!

E assim o Anjo desceu a terra. De repente viu um carro parar sobre
uma enorme ponte e um homem saiu do veículo, então pensou:
– Como não achei nada até agora vou dar uma espiada para ver se aquele cara não está precisando de uma ajudinha, assim vou esquentando os motores para a grande hora.
Porém ao se fazer corpo e se aproximar do tal sujeito, viu que ele começava a subir no parapeito da ponte, ele então gritou:
– Ei cara que está fazendo ??? Desse jeito pode cair
– Não se aproxime. Pois é isso mesmo que vou fazer.

O Anjo de imediato pensou: Ai esta meu par de asas tamanho GG ou voltar a ser o suplente do segundo quase nada das nuvens e falou:
– Ei cara espera ai, por que você quer tirar a própria vida? Sabe que isso não é uma boa né?
– O que você sabe se é uma boa ou não? Você não conhece a minha vida?

– Está certo que eu não conheço a sua vida, mas acredito não haver motivo nenhum no mundo que possa levar alguém a tirar a própria vida. Isso é contra o primeiro e mais forte extinto de qualquer ser vivente, que é justamente o da sobrevivência, isto é, manter-se vivo a qualquer custo.
– Pois bem, disse o homem, eu te dou meus motivos e aceitando ou
não quero que vá embora certo?
– Certo, então tente me convencer,  e pensou: “É o tempo que preciso para encontrar um jeito de impedir esse cara de fazer tal loucura.”

– Eu nunca consegui nada nesta vida miserável, sempre lutei muito
mas nunca tive oportunidade para ser alguém de fato, nasci em um
país do terceiro mundo onde só quem tem dinheiro é alguém ou consegue alguma coisa, estou muito cansado já não agüento
mais nadar contra a maré.
O Anjo lhe respondeu:
– Espera aí cara, você esta falando em ter oportunidades como se alguém tivesse que dar elas para a gente, acho que não é bem assim, quem cria as oportunidades somos nós mesmo.
O homem discordando do Anjo respondeu:
– Deixa disso, o sistema, o estado, o país em que você nasce é o maior responsável pelo o que você pode vir a ser, se você não tiver meios você não vai a lugar nenhum. Veja: se eu tivesse nascido nos Estados Unidos provavelmente eu conseguiria ser alguém e só não o seria se não quisesse. Entendeu ?!!!

– Não, não entendi ou melhor acho que entendi um pouquinho, quer dizer que se você tivesse nascido em um país do primeiro mundo tudo seria melhor?
– É claro, e agora me dá licença, deixa eu terminar o que comecei.
– Espera um pouquinho. Você colocou seu ponto de vista, deixa eu colocar o meu e ai você tira ou não suas conclusões e faz o que bem entender. Topa? Não vai levar mais que cinco minutos.
– Ok!… você tem cinco minutos, pode começar.
E o anjo falou:
– Você me disse que se tivesse nascido em um país do primeiro mundo tudo seria diferente, pois bem, quero fazer um joguinho de faz de conta com você, vamos imaginar que eu tivesse poderes para fazer você nascer em um país do primeiro mundo, como você mesmo disse nos Estados Unidos por exemplo, ainda assim você tentaria se matar?
– Claro que não, lá eu teria muitas oportunidades.

E o anjo continuou:
– Supondo que você nascesse em uma família muito pobre nos subúrbios do Brooklin em Nova York, mesmo assim você acha que teria alguma chance?
– Mas é lógico, lá é a terra das oportunidades mesmo para quem nasce pobre.
– Bem além se ser pobre, você seria negro e filho de uma prostituta de quinze anos, ainda sim você acredita que teria chance de vencer na vida?
– Ô cara assim você tá jogando pesado, nascer nos Estados Unidos tudo bem, mas pobre, negro e filho de uma prostituta é jogo duro. Mas pensando bem mesmo assim acredito que teria mais chances lá do que aqui.

Então o anjo lhe disse:
– Só mais uma condição. Além de ter nascido nos subúrbios do Brooklin, pobre, negro e filho de uma prostituta de quinze anos você também nasceria cego. O que acha, qual seriam as suas chances agora?
O Homem já duvidoso respondeu:
– Espera ai, você deve estar louco, nestas condições ninguém teria chance alguma em lugar nenhum do mundo.
– Quero uma resposta direta: Onde você gostaria de ter nascido? Nos Estados Unidos nas condições em que mencionei ou aqui com suas condições atuais?
Então o Homem respondeu:
– Não é preciso nem pensar, é claro que aqui, pois da outra forma
não é possível se quer ser gente.

Com sabedoria o anjo concluiu:
– Assim, então porque você não vai dizer isso para Steve Wonder!!
O homem pensou por um instante e lentamente desceu do parapeito da ponte, olhou para o anjo, deu um sorriso tímido entrou no carro e saiu bem devagar…

Exemplo, lição de vida, Sabedoria

A TARTARUGA

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Eu percebia que aquilo aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, está claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passaram a tratar-me de igual maneira. Cresci um pouco e de certa feita me apercebi de que a situação era desconfortante e me preocupei sem, entretanto, saber como me modificar.

O aprendizado me foi dado em um domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me para a margem do riacho que coleava entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar.

Era uma tartaruga.

Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca.

Foi o que bastou.

Imediatamente pretendi que ela devia sair e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça.

Mas o meu esforço resultava em vão e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.

Foi quando meu pai se aproximou.

Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente:

– Meu filho, você está perdendo o seu tempo.

Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cotucando a tartaruga.

Não é assim que se faz.

Venha comigo e traga o bichinho.

Acompanhei-o e ele se deteve perto na fogueira que havia aceso com gravetos do bosque. E me disse:

– Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo.

Escolha um lugar morno e agradável.

Eu obedeci.

Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga pôs a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em direção a mim.

Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:

– Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas.

Ao lidar com elas procure nunca empregar a força.

0 calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade.

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ensino, Sabedoria

O DONO DO PREGO

 

Um velho pastor do Haiti falou da necessidade de compromisso com o Senhor Jesus assim: Ele contou a história de um homem que queria vender sua casa por 2 mil dólares.

Outro homem queria comprar aquela casa. Mas, porque era pobre, não conseguia pagar o preço pedido. Depois de muita negociação o dono da casa concordou em vendê-la pela metade do preço.

Ele só tinha uma ressalva: Ele continuaria como dono de um prego cravado na parede acima da porta da casa.

Depois de alguns anos, o dono original quis comprar sua casa de volta. Mas o novo morador não concordava em vender. Então, o dono original saiu pela estrada, achou o cadáver de um cachorro e o pendurou na parede pelo prego que lhe pertencia.

Em pouco tempo, a casa ficou insuportável e a família foi obrigada a vendê-la de volta ao dono original.

A conclusão do pastor haitiano foi a seguinte: “Se nós deixarmos o diabo com apenas um pequeno prego nas nossas vidas, ele voltará e pendurará seu podre lixo lá, deixando as nossas vidas insuportáveis para o Senhor Jesus habitar”.

Você tem um prego daqueles na sua vida? Há algum pecado ou hábito predileto que você ainda não entregou ao Senhor Jesus? Alguma “fraqueza de estimação” que você ainda não aniquilou?

Pode ter certeza, satanás irá voltar. O dono daquele prego, daquele pecado ou hábito predileto irá aparecer, mais cedo ou mais tarde. Você compreendeu que ele é dono não só daquele pecado, mas, do pedaço da sua vida onde estiver cravado?

Ele vai usar aquela coisa pequena, aquele prego, para estragar tudo que você está tentando construir de bom. E, no final, ele vai levar tudo o que você tem.

Será que foi por isso que o apóstolo Paulo usou linguagem tão severa ao falar de alguns pecados que eram apenas “desejos”? “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria…” (Colossenses 3:5). E ainda assim: “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com suas paixões e concupiscências.” (Gálatas 5:24).

Tem algum prego do inimigo de nossas almas, o diabo, cravado lá no seu quarto? No seu escritório? No seu computador? No seu coração? O que falta para você dizer ao inimigo da sua alma que sua vida tem UM DONO SÓ?

Lembre-se: Não é fácil. É preciso um compromisso radical.

 

 

Autor: Craig Brian Larson