ensino, reflexão, Verdade

Defeitos e Virtudes

Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.
Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós,
está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

Confiar, lição de vida, reflexão

Um conto judeu


Há muitos anos, na Pérsia, havia um rei chamado Abbas. Era
conhecido como um homem honesto e justo. Toda noite ele vagava
pelas ruas da cidade, disfarçado, para assim conhecer melhor os seus
súditos.
Certa vez, durante uma de suas andanças, notou uma pobre cabana.
Ao olhar pela janela, viu um homem diante de uma refeição bem
simples, cantando louvores a Deus. O rei bateu na porta e perguntoulhe se aceitava um convidado.
“Um convidado é uma dádiva de Deus”, disse o homem. “Por favor,
sente-se e junte-se a mim”. E, assim, repartiu sua refeição com o rei.
Os dois conversaram por muito tempo. O rei perguntou-lhe como
ganhava a vida. “Sou sapateiro”, respondeu o homem, “caminho o
dia inteiro consertando os sapatos do povo. E, à noite, compro
comida com o dinheiro que ganho”.
“E o que será do dia de amanhã?”, perguntou o rei.
“Não me preocupo com isso”, retrucou o homem, assim como está
nos Salmos, eu digo: “Bendito seja Deus cada dia, dia após dia”.
O rei ficou muito impressionado com essa atitude e prometeu voltar
no dia seguinte.
Para testar o novo amigo, o rei promulgou um decreto: ninguém
poderia consertar sapatos sem uma licença. E voltou a visitá-lo na
noite seguinte, encontrando-o sentado em sua pobre cabana,
comendo, bebendo e louvando a Deus. O homem convidou-o
novamente a participar da frugal refeição, porque “um convidado é
um presente de Deus”. O rei ouviu o homem lhe contar:
“Não podendo consertar sapatos, por decreto do rei, resolvi tirar água
do poço para as pessoas, para ganhar um pouco de dinheiro e
comprar meu sustento”. “E o que você faria se o rei proibisse isso?”
“Direi: Bendito seja Deus, dia após dia.”
Mas o rei decidiu testar mais uma vez o homem e decretou que seus
súditos estavam proibidos de tirar água dos poços sem licença. Na
noite seguinte, voltando novamente à cabana, o rei foi recebido por
seu novo amigo com alegria e o ouviu novamente declarar sua fé em
Deus.
O rei não estava convencido e decidiu testar mais e mais o homem.
Este passou a cortar lenha para garantir seu sustento e, quando isto
também foi proibido pelo rei, não desanimou e apresentou-se ao
palácio real para fazer parte da guarda real.
O homem que foi sapateiro, depois carregador de água e, em
seguida, lenhador, recebeu uma espada, para ser guarda. À noite,
sem ter recebido o pagamento, foi até uma loja e trocou a lâmina de
sua espada por um pouco de comida e colocou uma lâmina de
madeira no cabo, cobrindo-a com a bainha.
Logo depois, o rei chegou. Eles seguiram o mesmo ritual, comendo e
conversando até tarde. O amigo lhe contou sobre a espada.
“E se houver uma inspeção nas espadas, o que você fará?”, quis
saber o rei. “Bendito seja Deus, dia após dia”, respondeu o homem,
mais uma vez não demonstrando preocupação alguma.
No dia seguinte, o capitão dos guardas ordenou ao homem que
decapitasse um prisioneiro, por ordem do rei.
“Nunca matei ninguém em toda minha vida. Como posso fazer isso”,
retrucou o homem, abaixando a cabeça e recitando o Salmo:
“Bendito seja Deus, dia após dia”. Logo lhe ocorreu uma brilhante
idéia e se precipitou para obedecer à ordem do rei. Na frente de uma
multidão que viera para assistir a execução, pegou a sua espada e
gritou: “Deus Todo-Poderoso, o Senhor sabe que eu não sou um
assassino. Se o prisioneiro for culpado, deixe minha espada ser de
aço. Mas, se ele for inocente, faça com que a lâmina de aço
transforme-se em madeira”. Dizendo isso, puxou a bainha e, oh!, a
espada era de madeira! Todos ficaram pasmos de surpresa.
O rei chamou o sapateiro e o abraçou. Contou-lhe sobre o seu
disfarce e os testes pelos quais o fizera passar.
“Eu nunca tinha encontrado um homem com tamanha fé”, disse o rei.
E foi assim que o sapateiro, que se tornou carregador de água, e
depois lenhador, guarda real e finalmente o conselheiro do rei.
(autor desconhecido)

Mensagem, Opinião, reflexão

Quarentena

A quarentena é certo? É!
A quarentena é errado? É!
Bolsonaro está certo? Está!
Bolsonaro está errado? Está!
É fácil defender a quarentena em uma casa confortável, com TV, PC, armário cheio, sabendo que se não trabalhar vai haver salário.

É difícil defender quarentena quando o armário já está vazio e que se não trabalhar não tem salário, trabalha de manhã pra comer de noite e o filho tá pedindo iogurte.
Os médicos veem o lado da saúde: quarentena.
Os economistas veem como manter os insumos para os médicos: economia.
Os líderes veem a moral e o bem estar emocional: calma, é só uma gripe ( para 80, 90% que pega).
A mídia ver o interesse de quem paga: histeria, distorções, pânico.
Cabe a nós o bom senso, a honestidade e o apartidarismo.
Opiniões rasas no conforto é fácil. Entender que NENHUMA ação tomada vai ser simples, é difícil.
Temos que pensar que toda decisão tem pontos positivos e negativos.
Não seja simplista.
Não adianta falar que tem que seguir a quarentena a todo custo, e não falar sobre os danos pós quarentena onde vai morrer gente por falta de dinheiro pra saúde em geral, aumento da criminalidade, de fome, de depressão e suicídio
Em poucos dias os serviços essenciais não terao condições de continuar a funcionar sem os nao essenciais.
A empresa que produz álcool em gel precisa da empresa de plástico que produz a garrafinha.
Sabe os delivery? Jajá vão precisar das embalagens de papelão.
Caminhoneiros com materiais de hospitais precisam de restaurantes, oficinas, borracharias.
E todas esses empresas precisam de outras…
Tem que haver prevenção aos grupos de risco e tem que haver o andar da economia.
Uma coisa depende da outra.
Ou chegamos ao concenso ou vamos igualmente sucumbir..
Não sei quem é o autor, mas achei válido!!
Deus, Mensagem, Orientação, reflexão

HOJE O MUNDO CHORA


As ruas estão ficando vazias…
Não sabemos se estamos diante de uma arma biológica.
Não sabemos se algum país arquitetou esse caos em benefício próprio.
Ninguém sabe se é consequência da própria intervenção do homem na natureza.
Alguns até dizem ser punição de Deus.
Outros falam sobre teoria da conspiração.
Uns são otimistas, outros não.
Outros dizem que estamos vivendo o apocalipse.
Há, todavia, uma verdade incontestável:
O MUNDO PAROU.
Independentemente das diferentes formas de pensamento,
Esta pausa de Deus veio em tempo oportuno.
A humanidade está desenfreadamente enlouquecida.
O homem não tem tempo para refletir sobre si mesmo nem olhar para o outro, não tem tempo para amar sua família.
Esta oportunidade é para colocarmos a própria vida em ordem.
Rever conceitos, valores e ressignificar a nossa própria existência…
Este silêncio oportuno é CURATIVO.
As ruas estão ficando vazias.
As estradas, os bares, os templos, as escolas, as universidades, os aeroportos estão parando…
E há certamente, para quem está atento, um silêncio no céu.
Algo profundamente espiritual está acontecendo e poucos conseguem perceber.
Este é um silêncio de reverência.
Deus está falando.
A dor fala.
É tempo de endireitarmos as nossas veredas.
Muitos estão morrendo pela COVID-19.
Mas há outros vírus muito piores matando milhares de pessoas todos os dias.
A fome.
A injustiça.
A ambição.
A omissão.
Talvez este momento também seja um “golpe” que Deus nos proporcionou para olharmos mais pelos nossos velhinhos, pela nossa família, às vezes “falida” de amor, olhar mais pelo próximo…
Pensemos!!!
Que cada um possa fazer do caos deste momento uma reflexão dos seus atos e de sua vida…
Vamos dobrar nossos joelhos e pedir a Deus compaixão pelo mundo!!!

AUTOR DESCONHECIDO
(copiado do Blog do Bispo Edir Macedo – https://www.universal.org/bispo-macedo/post/hoje-o-mundo-chora/)

Mensagem, Motivacional, reflexão

Camelos

Uma mãe e um bebê camelo, estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

– Por que os camelos têm corcovas?

– Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

– Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

– Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas longas eu mantenho meu corpo mais longe do chão do deserto que é mais quente que a temperatura do ar e assim fico mais longe do calor. Quanto às patas arredondadas eu posso me movimentar melhor devido à consistência da areia! – disse a mãe.

– Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

– Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! – respondeu a mãe com orgulho.

– Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico???

Moral da história:
Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!

Conto, Drama, reflexão, SOFRIMENTO, Vida

A condenação de Cornélio Mansur

Era uma vez um rapaz que se chamava Cornélio Mansur, de origem muito humilde, mas rico em honestidade e na atenção que dedicava aos amigos e à esposa. Não havia quem não gostasse dele. Fazia amizade com facilidade e estava sempre disposto a ajudar. Não era ganancioso e nem orgulhoso. Era o que chamariamos de “boa praça”, no mais amplo sentidoda palavra.

por outro lado, sua esposa Berrnadette (com dois erres e dois tês) cinco anos mais velha, era completamente diferente. Rabugenta e vaidosa, agia como se fosse a dona da razão; infernizava a vida do rapaz e estava sempre de mau humor. Berrnadette (com dois erres e dois tês) era baixinha, atarracada, combraços de marinheiro e uma vasta cabeleira negra. Não havia uma vez que fosse à feira que não arrumasse confusão. E não era só na feira.

Os vizinhos, tres quarterões acima e tres quarteirões abaixo, já conheciam a sua fama.

Na hora do pão das tres, Berrnadette (com dois erres e dois tês) entrava na padaria como se fosse a dona. Nariz empinado e estalando os tamancos no chão, furava a fila do caixa. Aí, com o maior descaramento, apertava cada um dos pães no cesto e depois dizia: “Embrulha esse, que estou com pressa!”

O coitado do Cornélio Mansur vivia envergonhado com a esposa . E não só por isso, mas também pela roupa mal passada que usava, pois Berrnadette (com dois erres e dois tês) nunca quis saber do serviço de casa. Depois de um dia cansativo, Cornélio Mansur ainda tinha que enfrentar o fogão, o tanque, o ferro e a vassoura.

Enquanto ele fazia jornada dupla, Berrnadette (com dois erres e dois tês) se esparramava no sofá, pra assistir novela, ai de Cornélio Mansur se quisesse assistir outra coisa. Era um vexame quando o moço se detinha por algum tempo conversando na portaria do prédio e vinha aquele berro do terceiro andar: “Cornéliôoo, sóóóbe!!”, Era ela, Berrnadette (com dois erres e dois tês) com a cara cheia de pasta para espinhas e uma touca plástica cobrindo os rolinhos engalfinhados nos cabelos. E lá ia cabisbaixo, a obedecer ao comando da esposa.

“Que rapaz espetacular!”, pensavam os vizinhos e parentes. “É tão humilhado pela mulher e ainda a tratar como uma rainha”. Mas como tudo na vida tem o seu limite, um dia a paciência do rapaz acabou. Num daqueles sábados abafados do Rio de janeiro, Cornélio Mansur, que por onze anos trabalhava como balconista da mesma loja de tecidos na Rua da Alfândega, pediu ao patrão para sair mas cedo.

Era aniversáriio da Berrnadette (com dois erres e dois tês) e ele queria fazer uma surpresa. Tinha visto uma peça de carne seca na feira, do jeito que Berrnadette (com dois erres e dois tês) gostava e queria comprá-la antes que outro a levasse. Comprou também uma abóbora e uma panela de pressão. Iria preparar o prato predileto da Berrnadette (com dois erres e dois tês): Carne seca com abóbora.

Não foi fácil carregar aquilo tudo no 984 Castelo-Méier, que andava sempre superlotado. Quando chegou em casa estava esgotado mas feliz. Abriu a porta e, para sua decepção, encontrou Berrnadette (com dois erres e dois tês) que não o esperava tão cedo, comemorando o aniversário nos braços do Tião Bastião, mecânico da oficina, que nem sequer teve a consideração de tirar o macacão cheio de graxa para deitar em sua cama.

Cornélio mansur ficou bravo e, num ataque de fúria, tascou a panela de pressão na cabeça da mulher, que caiu durona no chão.

no dia do julgamento, o juiz não levou nem duas horas. Eram tantas as testemunhas a favor de Cornélio Mansur que ele entendeu o crime como passional e absorveu o réu. Agora livre, solteiro e sem Berrnadette (com dois erres e dois tês) para lhe assaltar o bolso, Cornélio mansur vivia uma prosperidade que jamais tivera.

Mudou-se para um apartamento menor, mas de frente para a praia de Botafogo. Vendeu alguns móveis e comprou um carro. Ganhou uma promoção no emprego e passou a gerente. Prestações em dia, poupança crescendo; Cornélio mansur era o retrato da felicidade. Até… pois é tem um até que o destino lhe armou outra arapuca.

Num dia de Finados levado pela saudade,, foi colocar flores no túmulo da falecida no Cemitério do Caju. Quem encontrou? Quem?… Quem?… Cleonnette (com dois enes e dois tês) a irmã mais velha de Berrnadette (com dois erres e dois tês) Já não se viam há longo tempo. Conversaram, choramingaram. O rapaz mais uma vez pediu perdão pelo ocorrido e ofereceu-lhe carona.

A carência os aproximou e algum tempo depois o inevitável aconteceu: casaram-se! Lá foi o infeliz para mais uma furada, enganado pelo próprio coração.

Para encurta a história, a Cleonnette (com dois enes e dois tês)  era pior que a Berrnadette (com dois erres e dois tês), e com um agravante: três anos mais velha! Dois anos de inião, dois anos de infelicidade. Até que um dia, durante uma discurssão acalorada, a mulher saca de uma arma e grita:

-Tu não me matar como fez com minha irmã. Primeiro vai tu.

Mandou bala no Cornélio Mansur. O rapaz pulou para baixo do sofá, enquanto uma das balas ricocheteava na parede e voltava incandescente para o peito da Cleonnette (com dois enes e dois tês), ao cair no chão, o revolver  escorregou de sua mão e foi para junto do rapaz, que o apanhou e se pos de pé. Nesse momento os vizinhos invadiram o apartamento e gritaram:

– Assassino, assassino!! Matou a mulher!!

por ser reincidente, o caso foi parar no mesmo juiz que o julgara da primeira vez. Novamente o juiz não levou nem duas horas para proferir a sentença:

– O réu é culpado e condenado a cumprir pena de reclusão pelo período  de 70 anos e 7 dias

– Senhor juiz – apelou Cornélio Mansur – eu não matei. Ela morreu com o p´roprio disparo!

– Pelo incidente que causou a morte de Cleonnette (com dois enes e dois tês) – explicou o juiz – o senhor cumprirá os sete dias da setença. Os outros 70 anossão por ter casado de novo e, pior com a mulher errada!

E assim bateu o martelo e deu o caso por encerrado. A história é engraçada, mas o assunto é sério e serve de alerta para alguns jovens que desejam se casar. O casamento é um passo crucial na vida. Cuidado com as Berrnadette (com dois erres e dois tês) e Cleonnette (com dois enes e dois tês) (simbolicamente, seja o homem ou mulher) da vida. Caso contrário você  vai fazer companhia a Cornélio Mansur. Talvez não no presídio, mas preso às grades de um casamento infeliz.

Educação, ensino, reflexão

As marcas de batom no banheiro

Numa escola pública em Santa Maria DF estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 15,16,17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.
Um dia o diretor juntou um grupo de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.
No outro dia, o diretor juntou um grupo de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores… Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

Conto, ensino, reflexão

A amante…

Simplesmente Formidável!!!
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora novata e, em seguida, a convidou pra morar com gente.
A estranha aceitou e, pasmem, minha mãe também!!!
Enquanto eu crescia, na minha mente jovem, ela já tinha um lugar muito especial.
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas a estranha era mais forte, nos encantava por horas falando de aventuras e mistérios.
Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! O chato é que não podíamos discordar dela. Ela sempre tinha a última palavra!!!
Foi ela quem levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia a gente rir e chorar.
A estranha quase nunca parava de falar, mas o meu pai a amava. Tinha até ciúmes. Mandava a gente ficar em silêncio para poder ouvi-la.
Muitas vezes a levava pro quarto e dormia com ela. Minha mãe não gostava, mas aceitava.
Agora me pergunto se minha mãe teria rezado alguma vez para que ela fosse embora.
Meu pai dirigia nosso lar com fortes convicções morais, mas a estranha não se sentia obrigada a segui-las…
As brigas, os palavrões em nossa família não eram permitidos nem por parte de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse.
Entretanto, ela usava sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool e fumar, mas ela nos incentivava, dizia que isto nos destacava na sociedade.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência por ela.
Muitas vezes a gente a criticava, mas ela não se importava e não ía embora da nossa casa. Mas também a gente era conivente com toda esta situação.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família.
Desde então ela mudou muito, mas ainda continua jovem, prática, bonita e elegante.
Esta lá em casa, tranquila, esperando que alguém queira escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia, admirá-la.

Seu nome?

A chamamos de TELEVISÃO!

Mais conhecida por TV.

Agora ela arranjou um marido que se chama Computador,
e tiveram um filho que se chama Tablet,
e um netinho de nome Celular.
A estranha agora tem uma família…

E a nossa??? Cada um mais distante do outro…. 😥

(Autor desconhecido)

lição de vida, Orientação, reflexão, Valor

A lição do cachorro

Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão de 13 anos de idade, chamado Batuta.
A família esperava por um milagre.
Examinei Batuta e descobri que ele estava morrendo de câncer e que eu não poderia fazer nada…
Batuta foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo.
Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.
O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. Ouvi a mãe se perguntando,
-Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?…
Pedro disse: “Eu sei por quê.”
A explicação do menino mudou minha maneira de ver a vida.
Ele disse:
-”A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós.” Entendeu?

O moral da história é:

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:

🐶 Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los.

🐶 Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear.

🐶 Permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

🐶 Tire cochilos.

🐶 Alongue-se antes de se levantar.

🐶 Corra, salte e brinque diariamente.

🐶 Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem.

🐶 Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente.

🐶 Em um clima muito quente, beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore frondosa.

🐶 _Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

🐶 Delicie-se com a simples alegria de uma longa caminhada.

🐶 Seja fiel.

🐶 Nunca pretenda ser algo que não é.

🐶 Se o que você quer, está “enterrado”… cave até encontrar.

E nunca se esqueça:
“Quando alguém tiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali..”

felicidade, reflexão

Ser feliz é deixar de ser vítima

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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Augusto Cury