Pecado

O FOCINHO DO CAMELO

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Certa vez, um homem amarrou o seu camelo do lado de fora de sua tenda em uma noite fria no deserto. Mais tarde, deparou-se com o camelo esfregando o focinho no tecido da tenda. O homem deu uma paulada no focinho do animal, e este rapidamente se retirou.

Logo depois o camelo enfiou o focinho na tenda e disse ao seu dono “Está tão frio aqui e você tem essa tenda grande e quente. Não faz mal se eu deixar apenas o focinho aqui dentro, faz?”. O homem pensou e concordou com o pedido do camelo.

Uma hora mais tarde, o homem foi surpreendido com a cabeça do camelo inteira dentro da tenda, e o camelo fez mais um pedido: “Tomei um pouquinho mais de espaço e assim fico mais confortável. Acho que não há nenhum problema , não é ?”. Mais uma vez o homem concordou com o pedido do animal.

Durante a madrugada, o homem acordou diversas vezes, e percebeu que o corpo do camelo estava cada vez mais dentro da tenda, e a cada investida, o animal sempre era atendido pelo dono. Horas depois, o homem acordou e percebeu que ele estava deitado fora da tenda e o seu camelo estava confortavelmente dormindo no interior da mesma.

Qual a moral da estória?
Que devemos ter convicção de nossas crenças, de nossos valores, a fim de não sermos enganados com as artimanhas de “camelos” que, alegando querer “enfiar só o focinho”, acabam por colocar “o corpo inteiro” na nossa “tenda”, ou seja, na nossa vida!
Mesmo assim se dá com nossos pensamentos maus: começam pequenos e vão tomando toda a nossa mente.
A Bíblia diz lá em Tiago, capítulo 1 e versículos 14 e 15, que somos enganados pelos nossos próprios desejos ocultos que, encontrando uma oportunidade, eles se desenvolvem e geram assim o pecado!
“Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado ( seduzido) pela sua própria concupiscência ( cobiça; apetite sexual excessivo ). Depois, havendo a concupiscência concebido ( formar no espírito, na ideia, dando-lhe forma, expressão ), dá à luz o pecado (falta, culpa ); e o pecado, sendo consumado (realizado, feito; acabado ), gera a morte. ”