Amor, lição de vida, Objetivo

Quem planta tâmaras não colhe tâmaras…

Existe um ditado que diz: “Quem planta tâmaras não colhe tâmaras” isso porque as tamareiras levam de 80 à 90 anos para darem os primeiros frutos. Certa vez um jovem encontrou um senhor de idade plantando tâmaras e logo perguntou: porque o senhor planta tâmaras se o senhor não vai colher? O senhor respondeu: se todos pensassem como você, ninguém comeria tâmaras. Cultive, construa e plante ações que não sejam apenas para você, mas que sirvam para todos. Nossas ações hoje refletem o futuro… se não é tempo de colher, é tempo de semear. Nascemos sem trazer nada, morremos sem levar nada…
E, no meio do intervalo entre a vida e a morte, brigamos por aquilo que não trouxemos e não levaremos…
Porem o que você tem plantado nessa vida com certeza vai colher na vida eterna.

Deus te abençoe

criança, Mensagem, Objetivo

Carta de um avô a sua neta


Raquel em 21 de outubro 2017  2 anos de vida e alegria.


A minha neta.

Pelo que você já me disse com os seus olhos de anjo, percebo que você me considera uma criança grandona e desajeitada, e me acha, mesmo assim, seu melhor companheiro de brinquedos.

Pena que tenhamos tão pouco tempo para brincar, tão pouco porque só sei brincar de passado, e você só sabe brincar de futuro. E ainda estarei brincando de recordação quando você começar a brincar de esperança.

Mas antes que termine o nosso recreio juntos, antes que eu me torne apenas um retrato na parede ou em cima de um móvel, ou quem sabe até uma lágrima de meus filhos, quero lhe dizer minha neta, que vale a pena.

Vale a pena crescer e estudar. Vale a pena conhecer pessoas, ter namorados, sofrer ingratidões, chorar algumas decepções, e a despeito de tudo isso, ir renovando todos os dias a sua fé e a bondade essencial da criatura humana e o seu deslumbramento diante da vida.

Vale a pena confiar e obedecer ao Deus de seus pais e de seus avós, porque se tem alguém que nunca vai te abandonar é Ele. Principalmente nos dias de dor, tristeza e solidão, esses dias existem sim, mas Jesus vai estar ao teu lado você vai sentir.

Vale a pena verificar que não há trabalho que não traga sua recompensa; que não há livro que não traga ensinamentos; que os amigos têm mais para dar que os inimigos para tirar; que se formos bons observadores, aprenderemos tanto com a obra do sábio quanto com a vida do ignorante.

Vale a pena casar e ter filhos. Filhos, que nos escravizaram com o seu amor.

Vale a pena viver nesses assombrosos tempos modernos, em que milagres acontecem ao virar de um botão; em que se pode telefonar da Terra para a Lua; lançar sondas espaciais, máquinas pensantes à fronteira de outros mundos e descobrir na humildade, que toda essa maravilha tecnológica não consegue, entretanto, atrasar ou adiantar um segundo sequer a chegada da primavera.

Vale a pena, mesmo quando você descobrir que tudo isso que estou tentando ensinar é de pouca valia, porque a teoria não substitui a prática, e cada um tem que aprender por si mesmo que o fogo queima, que o vinagre é azedo, que o espinho fere e que o pessimismo não resolve rigorosamente nada.

Vale a pena, até mesmo, envelhecer como eu e ter netos, que me devolvem a infância.

Vale a pena, ainda que sua lembrança de mim se torne vaga. Mas, quando os outros disserem coisas boas de seus avós, quero que você diga de mim, simplesmente isso:

“Meu avô foi aquele que me disse que valia a pena. E não é que ele tinha razão?!”

 

 

 

Conquista, coragem, Objetivo

SOMOS CAPAZES

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Um milionário promoveu uma festa em uma de suas mansões, e em determinado momento pediu que a música parasse e disse, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos:
— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros. Alguém se habilita?

Espantados, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste:
— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões. Alguém se habilita?

O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece:
— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.

Neste momento, alguém salta na piscina.
A cena é impressionante. Luta intensa! O destemido se defende como pode, segura a boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis, se debate… Nossa! Muita violência e emoção. Parecia filme do Crocodilo Dundee!

Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.

O milionário se aproxima, dá-lhe os parabéns e pergunta:
— Onde quer que lhe entregue os carros?
— Obrigado, mas não quero seus carros.

Surpreso, o milionário pergunta:
— E os aviões, onde quer que lhe entregue?
— Obrigado, mas não quero seus aviões.

Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta:
— E as mansões?
— Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.

Impressionado, o milionário insiste:
— Mas se você não quer nada do que ofereci, o que quer então?
E o homem respondeu irritado:
— ACHAR O MISERÁVEL QUE ME EMPURROU NA PISCINA!

Moral da História:
SOMOS CAPAZES DE REALIZAR MUITAS COISAS QUE POR VEZES NÓS MESMOS NÃO ACREDITAMOS, BASTA UM EMPURRÃOZINHO (AS VEZES DE UM MISERÁVEL DE UMA FIGA).

Conquista, Objetivo

REAL VALOR

Smith Rock State Park, Oregon, USA --- Rock Climber at Sunset --- Image by © Warren Morgan/CORBIS

Um sábio passeava pelo mercado quando um homem se aproximou e disse-lhe:

— Sei que és um grande mestre. Hoje de manhã, meu filho me pediu dinheiro para comprar algo que custa caro; devo ajudá-lo?

— Se essa não é uma situação de emergência, aguarde mais uma semana antes de atender seu filho.

— Mas se tenho condições de ajudá-lo agora, que diferença fará esperar uma semana?

— Uma diferença muito grande – respondeu o sábio. – A minha experiência mostra que as pessoas só dão o real valor a algo quando têm a oportunidade de duvidar se irão ou não consegui-lo.

Drama, Objetivo

MAS AÍ OS RATOS APARECERAM…

ratos

Ao partir para uma longa viagem, o superior do mosteiro deu aos monges a seguinte recomendação:

— Cuidem do nosso mosteiro com carinho e austeridade, lembrando-se sempre de levar uma vida simples, respeitando o nosso voto de ter apenas o necessário para a nossa subsistência.

Nesse espírito de pobreza, cada monge possuía nada mais do que uma túnica e um par de sandálias. Nem bem o superior havia partido e o mosteiro foi atacado por uma praga de ratos vorazes, que roíam tudo que encontravam pela frente, não lhes escapando sequer as túnicas e as sandálias, únicas posses dos pobres monges.

— Precisamos arranjar uns gatos – disse um dos monges, obtendo imediatamente a aprovação de todos para a sua ideia.

Os gatos estavam vencendo os ratos, mas tomavam muito leite. Assim, um dos monges sugeriu:

— Seria muito bom se tivéssemos uma vaca… – E novamente todos concordaram com a ideia.

A vaca fornecia leite com abundância aos gatos, mas também precisava comer. Por isso, os monges resolveram formar um pasto, que para ser plantado e mantido precisou de adubo e ferramentas, que eles providenciaram junto com um paiol que tiveram de construir para armazenar as colheitas e um estábulo para os cavalos que conseguiram para puxar os arados e fazer os transportes…

Passaram-se longos anos, e um dia o superior voltou. No local onde julgava estar o mosteiro, pareceu-lhe ser agora uma próspera fazenda, com um vasto rebanho e muitas plantações.

O superior aproximou-se da cerca e perguntou a alguém que estava por ali trabalhando se ele sabia onde ficava o mosteiro. Ele disse que não sabia do que se tratava, mas ofereceu-se para conduzi-lo até a administração da fazenda, onde certamente poderiam lhe dar alguma informação.

Ao chegar à imponente construção onde funcionava a sede da fazenda, o superior imediatamente reconheceu um dos seus antigos monges e foi logo dizendo:

— Mas o que vem a ser isso tudo? O que foi que vocês fizeram do nosso mosteiro? Eu não lhes recomendei que levassem uma vida simples e sem ostentação, tendo apenas o necessário para a sua subsistência?

— Sim, mestre, sim, e era exatamente isso que estávamos fazendo. Mas aí os ratos apareceram…

(E quem são os ratos?…)

Objetivo

O ALVO

Arqueiro

O Raman era um verdadeiro mestre na arte do arco e flecha. Certa manhã, ele convidou seu discípulo mais querido para assistir uma demonstração do seu talento. O discípulo já vira aquilo mais de cem vezes, mas – mesmo assim – resolveu obedecer ao mestre.

Foram para o bosque ao lado do mosteiro: ao chegarem diante de um belo carvalho, Raman pegou uma das flores que trazia em seu colar, e a colocou em um dos ramos da árvore. 

Em seguida, abriu seu alforje, e retirou três objetos: seu magnífico arco de madeira preciosa, uma flecha, e um lenço branco, bordado com desenhos em lilás.

O yogue então posicionou-se a uma distância de cem passos do local onde havia colocado a flor.  De frente para o seu alvo,  e pediu que seu discípulo o vendasse com o lenço bordado. 

O discípulo fez o que o mestre ordenara. 

“Quantas vezes você já me viu praticar o nobre e antigo esporte do arco e flecha?” – perguntou. 

“Todos os dias”, respondeu o discípulo. “E sempre o vi acertar na rosa, a uma distância de trezentos passos”. 

Com seus olhos cobertos pelo lenço, o yogue Raman firmou os seus pés na terra, distendeu o arco com toda a sua energia – apontando na direção da rosa colocada num dos ramos do carvalho – e disparou. 

A flecha cortou o ar, provocando um ruído agudo, mas nem sequer atingiu a árvore, errando o alvo por uma distância constrangedora. 

“Acertei?” – disse Raman, retirando o lenço que cobria seus olhos.

“O senhor errou – e por uma grande margem” respondeu o discípulo. “Achei que ia mostrar-me o poder do pensamento, e sua capacidade de fazer mágicas..”

“Eu lhe dei a lição mais importante sobre o poder do pensamento”, respondeu Raman. “Quando desejar uma coisa, concentre-se apenas nela:  ninguém jamais  será capaz de atingir um alvo que não consegue ver.”