Bíblia, Jesus, lição de vida, Mensagem, Sabedoria, Vida

O FILÓSOFO E A CRIANÇA

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O filósofo Sintenis imaginou que, se o homem não recebesse instrução religiosa, não teria idéia da divindade e que, coisa enfadonha, passaria a vida sobre a terra sem ter idéia de um Deus Criador.

Então procurou uma linda criança, apenas sabendo balbuciar seu nome, e que, por consequencia, jamais ouvira falar de Deus. Uma vez na posse do objeto de seus desejos, afastou-a de todo o mundo, deu-lhe um palácio e um jardim cheio de encantadores prados, fora dos quais não poderia pôr os pés. Velou com cuidado que nenhuma pessoa lhe viesse falar de Deus; tirou todas as imagens, todas as estátuas, todos os livros que pudessem entranhar esta idéia nela. Em uma palavra, de sua casa de campo, fez um deserto.

A criança só teve então por mestre a natureza. Mais tarde, o filósofo Sintenis constituiu-se seu professor e intérprete da natureza. Esta educação seguiu-se, durante muitos anos, sem nenhum perigo. À medida que a criança crescia, sua inteligência robustecia; mas ela jamais ouviu falar de Deus, e isto fazia a alegria de seu mestre. Logo, dizia consigo mesmo, eu poderia apresentar, à Academia de Paris, um jovem que jamais imaginou que houvesse um Deus.

Um dia, muito cedo, logo que o sol principiou a clarear o céu, o filósofo fazia um passeio solitário no bosque que, e viu, de repente, o jovem descer ao jardim. “Aonde irá com tanta pressa? Por que sai ele a esta hora matinal?”, dizia consigo mesmo. E, escondido por trás das árvores do bosque, seguiu com a vista e viu-o subir a uma elevação que dominava um lago no cristal do qual se refletiam todos os resplendores do sol nascente.

Era a hora do despertar das aves, era o momento em que, alegremente e batendo asas, elas saudavam a volta do sol com seus cantos harmoniosos. Era o momento em que as flores cravejadas de orvalho e abrindo suas corolas, exalavam para o céu seus mais delicados perfumes.

De joelhos, no meio das flores, com as quais ele rivalizava em beleza, o jovem misturou sua voz harmoniosa aos concertos das aves, e, vendo o sol nascente: “Ó sol! quanto és belo! Ele te fez esplêndido, o Criador que te enviou ao mundo. Ó sol, vês, por acaso, o Criador de todas as coisas? Se o vês, dize-lhe que eu muito o amo, e que muito desejaria conhecê-lo; se o vês, dá-lhe de minha parte um beijo sobre a sua eterna fronte.” Calou-se e, levando a mão aos lábios, enviou-lhe beijos para levar a este Deus que amava de todo o coração.

Escondido nas árvores, Sintenis tudo ouviu. Comoveu-se quase até às lágrimas, e, tremendo, correu até ao montículo e, abraçando o jovem com transporte, exclamou: “Quem te disse que havia no céu um Criador?” “Quem mo disse? Foi esse sol, que não podíeis colocar no alto, porque sois muito pequeno para isso. Quem mo disse? Foram estas plantas, que sobem da terra sem que vosso dedo esteja aí para as lançar para fora; foi este coração, que nem vós nem eu fazemos bater dentro do peito”. O jovem, falando, estava encantador. Seu semblante era tão brilhante, que semelhava o mesmo sol.

O filósofo, perante esta linguagem sublime, que estava bem longe de esperar, pôs-se a chorar, bateu com a mão na fronte e exclamou: Ó incrédulos, vós sois uns impostores!”

(Afonso Celso)

Bíblia, Conto, ensino, , Jesus, Mensagem, PREOCUPAÇÃO

CAMINHANDO SOBRE O MAR

 

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Você conhece a cena do Evangelho, que retrata o momento em que Jesus anda sobre as águas e socorre o discípulo Pedro.

Desesperado… afundando nas ondas agitadas!

O que aconteceu com Pedro?
Ele e os outros discípulos estavam numa barca atravessando para outra margem. Jesus os vê na barca agitada pelo vento forte “Caminhando sobre o mar”.
e vai ao encontro deles.

Pedro vendo Jesus pede-Lhe para ir até Ele.
”Vem”, Jesus diz.
Pedro sai do barco e vai andando…
Enquanto confia em Jesus, ele fica de pé sobre as águas!

Mas… A “violência do vento redobrou”.
Pedro teve medo e afunda gritando:
“No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse”: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”

“Senhor, salva-me!”
Ao gritar: “Senhor”, Pedro afirma que está diante Daquele que pode sobre terra, céu e mar.
Ao gritar -“salva-me”- está diante Daquele que se faz Misericórdia, socorrendo a todos que Lhe pedem.

Pedro via acontecer isso…
Mesmo assim, Pedro tem medo…
Na pergunta que faz a Pedro, o Senhor está ensinando que não basta ter confiança quando tudo está tranqüilo. Mas manter a fé mesmo na tempestade!…

Como nos identificamos com Pedro, não é mesmo?
Mas ele também nos ensina!
Ele mostra que o discípulo de Jesus não é aquele que nunca afunda, mas o que sempre volta a confiar. Quantas vezes acontece coisa semelhante conosco!…
Quando as ondas do mar da vida se agitam e parece
Ele diz “vem”, e até damos passos na sua direção. Mas de repente o vento sopra mais forte, as ondas dos problemas se agigantam…
que nosso barco vai virar …
Sim… Clamamos por Jesus.

E temos medo…
O medo nos paralisa. Impede de percebermos as mãos fortes de Jesus segurando a nossa para não afundarmos. Mas as mãos de Jesus estarão sempre lá, onde necessitarmos delas.
Se estivermos afundando em mares bravios de problemas, mas reconhecermos que Jesus tudo pode, e que acima da nossa pouca fé, está a Sua misericórdia infinita…

Basta gritarmos como Pedro: “Senhor, salva-me!” Ele há de segurar nossa mão com a firmeza com que segurou a de Pedro.
E nos salvará… Sempre!!!

 

Exemplo, Mensagem

PEIXE FRESCO

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Deste modo, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto.

Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, quantas não são as pessoas que buscam a Deus quando estão com problemas, mas assim que resolvem, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples…

L. Ron Hubbard, observou no começo dos anos 50. “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados. Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Se aposente, mas invente. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.

“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja 

quão longe você realmente pode chegar”.

julgamento, Mensagem, Sabedoria

O VELHO PINHEIRO

“Um dia, diante da velha árvore torta, um pinheiro todo vergado pelo tempo, o sábio da aldeia ofereceu a sua própria casa para aquele discípulo que “conseguisse ver o pinheiro na posição correta”.

Todos se aproximaram e ficaram pensando na possibilidade de ganhar a casa e o prestígio, mas como seria “enxergar o pinheiro na posição correta”?

O mesmo era tão torto que a pessoa candidata ao prêmio teria que ser no mínimo contorcionista. Ninguém ganhou o prêmio e o velho sábio explicou ao povo ansioso que, ver aquela árvore em sua posição correta, era “vê-la como uma árvore torta”.

Só isso!

Nós temos, em nós, esse jeito, essa mania de querer “consertar as coisas, as pessoas, e tudo o mais” de acordo com a nossa visão pessoal. Quando olhamos para uma árvore torta, é extremamente importante enxergá-la como árvore torta, sem querer endireitá-la, pois é assim que ela é.

Se você tentar “endireitar” a velha árvore torta, ela vai rachar e morrer, por isso é fundamental aceitá-la como ela é.

Nos relacionamentos, é comum um criar no outro expectativas próprias, esperar que o outro faça aquilo que ele “sonha” e não o que o outro pode oferecer.

Sofremos antecipadamente por criarmos expectativas que não estão alcance dos outros. Porque temos essa visão de “consertar” o que achamos errado.

Se tentássemos enxergar as coisas como elas realmente são, muito sofrimento seria poupado.

Os pais sofreriam menos com os seus filhos, pois, conhecendo-os, não colocariam expectativas, que são suas, na vida dos mesmos, gerando crianças doentes, frustradas, rebeldes e até vazias. Tente, pelo menos tente, ver as pessoas como elas realmente são, pare de imaginar como elas deveriam ser, ou tentar consertá-las da maneira que você acha melhor.

O torto pode ser a melhor forma de uma árvore crescer.

Não crie mais dificuldades no seu relacionamento, se vemos as coisas como elas são, muitos dos nossos problemas deixam de existir, sem mágoas, sem brigas, sem ressentimentos.

E, para terminar, olhe para você mesmo com os “olhos de ver” e enxergue as possibilidades, as coisas que você ainda pode fazer e não fez. Pode ser que a sua árvore seja torta aos olhos das outras pessoas, mas pode ser a mais frutífera, a mais bonita, a mais perfumada da região, e, isso, não depende de mais ninguém para acontecer, depende só de você.

Pense nisso!”

 

Autor: Paulo Roberto Gaefke

Cultura, Mensagem

ARROGÂNCIA

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da marinha norte-americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os norte-americanos começaram na maciota:
“Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.”

Os canadenses responderam de pronto:

“Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.”

O norte-americano ficou mordido:

“Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.”

Mas o canadense insistiu:

“Não. Mude o SEU curso atual.”

O negócio começou a ficar feio. O capitão norte-americano berrou ao microfone:

– ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.

E o canadense respondeu:

“Aqui é um farol, câmbio!”

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos. Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando, na verdade, nós é que deveríamos mudar o nosso rumo.

Nanda Bezerra

(enviado por: Marcio Olivato)

Conto, Cultura, Educação, ensino, Matemática, Mensagem, Sabedoria, Silencio

A BRONCA DO PROFESSOR

Tínhamos uma aula de Matemática  logo após a semana da Pátria.

Como a maioria dos alunos havia viajado, aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.

Com grande dose de paciência, tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada!

Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou. Ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

Veja o que ele disse:

“- Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez! – disse, levantando a voz, e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda sala e o professor continuou.

Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós, professores, trabalhamos com apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos estes anos observei que, de cada 100 alunos, apenas 5 são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas 5 se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que essa porcentagem vale para todo mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de 100 professores apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons, apenas 5 excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de 100 pessoas, apenas 5 são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar esses 5% do resto, pois, se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são esses alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.

Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.”

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre. Afinal, quem gostaria de espontaneamente ser classificado como “fazendo parte do resto”?

Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Matemática, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida.

De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não. Só o tempo poderá dizer a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo o que fazemos, se não tentarmos fazer tudo da melhor maneira possível, seguramente sobraremos na turma do resto.

E você?

É  5%  ou  95% ?

(Autor desconhecido)

Conto, Educação, Matemática, Mensagem, Sabedoria, Silencio, Vida

O PONTO NEGRO

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.

Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.

O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.

Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.

Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.

Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.

Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco

Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

Assim acontece em nossas vidas.

Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.

A vida é um presente de Deus dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.

Temos motivos para comemorar sempre!

A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!

O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo, etc.

Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!

Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.

Tranquilize-se e seja … FELIZ!!!

Cultura, Educação, Mensagem

Despacho inusitado de um Juiz

Fico feliz em saber que ainda existem pessoas (principalmente advogados, juizes),com Coração e razão caminhando juntos. Esse Juiz é digno de admiração, respeito e da inveja

dos que não têm a coragem de se posicionar com tanta lucidez.
Parabéns para esse Homem que reavivou a minha esperança no futuro.Deus permita que ele
ensine aos seus filhos tão bem como aprendeu, e que o abençoe sempre.

(Recebi de  Arquimedes Inacio por email.)

DESPACHO INUSITADO DE UM JUIZ EM UMA SENTENÇA JUDICIAL ENVOLVENDO 2 homens QUE FURTARAM 2 MELANCIAS.


DESPACHO POUCO COMUMA Escola Nacional de Magistratura incluiu em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do juiz Rafael Gonçalves de Paula, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins. A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob acusação de furtarem duas melancias:

DESPACHO JUDICIAL.
DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ RAFAEL GONÇALVES DE PAULA
NOS AUTOS DO PROC Nº. 124/03 – 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas/TO:
DECISÃO

Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)…
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém. Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa deste ou desta presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz.
Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia….
Poderia dizer que os governantes das grandes potências mundiais jogam bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra – e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.
Simplesmente mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.Expeçam-se os alvarás.
Intimem-se.Rafael Gonçalves de PaulaJuiz de Direito

Enviem para Juizes, promotores, advogados, estudantes de direito e outros cursos. Essa sentença é uma aula, mais que isso; é uma lição de vida, um ensinamento para todos os momentos. Ele com certeza desabafou por todos nós
_________________________________Vivas___
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O JUMENTINHO

Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, fala para sua mãe:

– Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão… Todos estavam contentes com minha presença.

Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse:

-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.

Então sua mãe falou:

-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.

Então o burrinho respondeu:

– Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá…

Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.

Voltando para sua casa, disse para sua mãe:

– Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra… Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe…

Indignado o burrinho disse a sua mãe:

– Porque isso aconteceu comigo?

Sua mãe respondeu:

– Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumentinho …

LEMBRE-SE SEMPRE DISSO.

 

felicidade, lição de vida, Mensagem, Orientação

Lei do caminhão de lixo

Um dia peguei um táxi para o aeroporto.
Estávamos na faixa certa quando um carro preto saiu de repente
do estacionamento direto na nossa frente.
O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em
outro carro, foi mesmo por um triz!
O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para
nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de
positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.
Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase
arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!’
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de “A
Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva,
traumas e desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar
para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.
Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu! É dele!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas
no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.
Fique tranquilo… respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de
lixo estragar o seu dia.
A vida é muito curta, não leve lixo com você!
Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas
pessoais, ódio e frustrações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da
maneira como você a recebe!
lembre-se:

LIVRE-SE DOS LIXOS!

David J. Pollay