Jesus, Sabedoria

QUEM É DEUS ?

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Um certo dia, a professora, querendo saber se todos tinham estudado a lição solicitada, perguntou às crianças:

– Quem saberia explicar quem é Deus?

Uma das crianças levantou o braço e disse:

– Deus é o nosso pai. Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela; nos fez como filhos dele.

A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:

– Como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viram?

A sala ficou toda em silêncio…Pedro, um menino muito tímido, levantou a mãozinha e disse:

– A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar que está no meio leite que ela faz todas as manhãs. Eu não vejo o açúcar que está dentro do leite. Mas, se tirar o açúcar, o leite fica sem sabor. Deus existe e está dentro de nós, só que não o vemos. Se Ele sair, nossa vida fica sem sabor.?

Deus não se aprende; Deus se vive! ah!!!

e o mais importante:não se esqueça de colocar

o “AÇÚCAR” em suas vidas hein???

um grande abraço!!!

ensino, Jesus, Motivacional

O ALPINISTA

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Esta é a história de um alpinista

que sempre buscava superar mais e mais desafios.

Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação,

escalar o Aconcágua.

Ele queria a glória somente para si e resolveu então

escalar sozinho sem nenhum companheiro,

o que não seria natural

no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde.

Porém ele não havia se preparado para acampar

e resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo.

Escureceu,

e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha,

e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz,

não se via absolutamente nada.

Tudo era escuridão, zero de visibilidade,

não havia Lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.

Subindo por uma “parede”,

a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu…

Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as

manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão.

Sentia apenas uma terrível sensação

de estar sendo sugado pela força da gravidade.

Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos,

passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes

que ele já havia vivido em sua vida.

De repente ele sentiu um puxão forte

que quase o partiu pela metade … shack!

Como todo alpinista experimentado,

havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio,

suspenso pelos ares na completa escuridão,

não sobrou para ele nada além do que gritar:

– Oh, meu Deus! Me ajude!

De repente uma voz grave e profunda respondeu:

– O que você quer de Mim, meu filho ?

– Me salve, meu Deus, por favor!

– Você realmente acredita que Eu possa te salvar ?

– Eu tenho certeza, meu Deus.

– Então corte a corda que mantém você pendurado…

Houve um momento de silêncio e reflexão.

O alpinista se agarrou mais ainda a corda

e pensou que se largasse a corda morreria…

Conta o pessoal de resgate que no dia seguinte encontraram um alpinista congelado,

morto, agarrado com as duas mãos a uma corda …

a não mais de dois metros do chão.

 

E você… ???

 

Está segurando a corda… ???

Bíblia, Jesus, lição de vida, Mensagem, Sabedoria, Vida

O FILÓSOFO E A CRIANÇA

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O filósofo Sintenis imaginou que, se o homem não recebesse instrução religiosa, não teria idéia da divindade e que, coisa enfadonha, passaria a vida sobre a terra sem ter idéia de um Deus Criador.

Então procurou uma linda criança, apenas sabendo balbuciar seu nome, e que, por consequencia, jamais ouvira falar de Deus. Uma vez na posse do objeto de seus desejos, afastou-a de todo o mundo, deu-lhe um palácio e um jardim cheio de encantadores prados, fora dos quais não poderia pôr os pés. Velou com cuidado que nenhuma pessoa lhe viesse falar de Deus; tirou todas as imagens, todas as estátuas, todos os livros que pudessem entranhar esta idéia nela. Em uma palavra, de sua casa de campo, fez um deserto.

A criança só teve então por mestre a natureza. Mais tarde, o filósofo Sintenis constituiu-se seu professor e intérprete da natureza. Esta educação seguiu-se, durante muitos anos, sem nenhum perigo. À medida que a criança crescia, sua inteligência robustecia; mas ela jamais ouviu falar de Deus, e isto fazia a alegria de seu mestre. Logo, dizia consigo mesmo, eu poderia apresentar, à Academia de Paris, um jovem que jamais imaginou que houvesse um Deus.

Um dia, muito cedo, logo que o sol principiou a clarear o céu, o filósofo fazia um passeio solitário no bosque que, e viu, de repente, o jovem descer ao jardim. “Aonde irá com tanta pressa? Por que sai ele a esta hora matinal?”, dizia consigo mesmo. E, escondido por trás das árvores do bosque, seguiu com a vista e viu-o subir a uma elevação que dominava um lago no cristal do qual se refletiam todos os resplendores do sol nascente.

Era a hora do despertar das aves, era o momento em que, alegremente e batendo asas, elas saudavam a volta do sol com seus cantos harmoniosos. Era o momento em que as flores cravejadas de orvalho e abrindo suas corolas, exalavam para o céu seus mais delicados perfumes.

De joelhos, no meio das flores, com as quais ele rivalizava em beleza, o jovem misturou sua voz harmoniosa aos concertos das aves, e, vendo o sol nascente: “Ó sol! quanto és belo! Ele te fez esplêndido, o Criador que te enviou ao mundo. Ó sol, vês, por acaso, o Criador de todas as coisas? Se o vês, dize-lhe que eu muito o amo, e que muito desejaria conhecê-lo; se o vês, dá-lhe de minha parte um beijo sobre a sua eterna fronte.” Calou-se e, levando a mão aos lábios, enviou-lhe beijos para levar a este Deus que amava de todo o coração.

Escondido nas árvores, Sintenis tudo ouviu. Comoveu-se quase até às lágrimas, e, tremendo, correu até ao montículo e, abraçando o jovem com transporte, exclamou: “Quem te disse que havia no céu um Criador?” “Quem mo disse? Foi esse sol, que não podíeis colocar no alto, porque sois muito pequeno para isso. Quem mo disse? Foram estas plantas, que sobem da terra sem que vosso dedo esteja aí para as lançar para fora; foi este coração, que nem vós nem eu fazemos bater dentro do peito”. O jovem, falando, estava encantador. Seu semblante era tão brilhante, que semelhava o mesmo sol.

O filósofo, perante esta linguagem sublime, que estava bem longe de esperar, pôs-se a chorar, bateu com a mão na fronte e exclamou: Ó incrédulos, vós sois uns impostores!”

(Afonso Celso)

Bíblia, Conto, ensino, , Jesus, Mensagem, PREOCUPAÇÃO

CAMINHANDO SOBRE O MAR

 

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Você conhece a cena do Evangelho, que retrata o momento em que Jesus anda sobre as águas e socorre o discípulo Pedro.

Desesperado… afundando nas ondas agitadas!

O que aconteceu com Pedro?
Ele e os outros discípulos estavam numa barca atravessando para outra margem. Jesus os vê na barca agitada pelo vento forte “Caminhando sobre o mar”.
e vai ao encontro deles.

Pedro vendo Jesus pede-Lhe para ir até Ele.
”Vem”, Jesus diz.
Pedro sai do barco e vai andando…
Enquanto confia em Jesus, ele fica de pé sobre as águas!

Mas… A “violência do vento redobrou”.
Pedro teve medo e afunda gritando:
“No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse”: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”

“Senhor, salva-me!”
Ao gritar: “Senhor”, Pedro afirma que está diante Daquele que pode sobre terra, céu e mar.
Ao gritar -“salva-me”- está diante Daquele que se faz Misericórdia, socorrendo a todos que Lhe pedem.

Pedro via acontecer isso…
Mesmo assim, Pedro tem medo…
Na pergunta que faz a Pedro, o Senhor está ensinando que não basta ter confiança quando tudo está tranqüilo. Mas manter a fé mesmo na tempestade!…

Como nos identificamos com Pedro, não é mesmo?
Mas ele também nos ensina!
Ele mostra que o discípulo de Jesus não é aquele que nunca afunda, mas o que sempre volta a confiar. Quantas vezes acontece coisa semelhante conosco!…
Quando as ondas do mar da vida se agitam e parece
Ele diz “vem”, e até damos passos na sua direção. Mas de repente o vento sopra mais forte, as ondas dos problemas se agigantam…
que nosso barco vai virar …
Sim… Clamamos por Jesus.

E temos medo…
O medo nos paralisa. Impede de percebermos as mãos fortes de Jesus segurando a nossa para não afundarmos. Mas as mãos de Jesus estarão sempre lá, onde necessitarmos delas.
Se estivermos afundando em mares bravios de problemas, mas reconhecermos que Jesus tudo pode, e que acima da nossa pouca fé, está a Sua misericórdia infinita…

Basta gritarmos como Pedro: “Senhor, salva-me!” Ele há de segurar nossa mão com a firmeza com que segurou a de Pedro.
E nos salvará… Sempre!!!

 

Educação, ensino, Exemplo, felicidade, feliz, Jesus, lição de vida, Vida

FILHOS SÃO COMO NAVIOS

Ao olhar um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto feliz à sua espera
Assim são os FILHOS. Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.
Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além das materiais, estará no interior de cada um:
A CAPACIDADE DE SER FELIZ.
 
Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar VALORES herdados como:
HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.
 
Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
 
A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL A BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.
 
Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram. Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que quem ama educa.
 
“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”
 
 
 
– Meu filho que você conquiste muitas vitórias, seja feliz e sempre VIVAS EM CRISTO nosso Porto seguro
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Pai começa o começo

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: – “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.

Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes,  dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis…..

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estaremos enfrentando ou encontraremos ainda neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o  começo”.

Autor desconhecido

Bíblia, Conto, engano, ensino, Honra, Jesus, Mensagem

O JUMENTINHO

Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, fala para sua mãe:

– Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão… Todos estavam contentes com minha presença.

Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse:

-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.

Então sua mãe falou:

-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.

Então o burrinho respondeu:

– Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá…

Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.

Voltando para sua casa, disse para sua mãe:

– Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra… Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe…

Indignado o burrinho disse a sua mãe:

– Porque isso aconteceu comigo?

Sua mãe respondeu:

– Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumentinho …

LEMBRE-SE SEMPRE DISSO.