LÓGICA INVERTIDA


Ouvi um homem dizer:
– Se gozasse da saúde do corpo e da lucidez da mente,
poderia realizar grandes obras e conquistar grandes vitórias.
Fiquei a meditar nessas palavras, e pareceu-me que resultavam
duma lógica invertida, e que seu autor deveria, antes, ter dito:
– Se eu estivesse trabalhando numa obra em que acreditasse,
e se procurasse conquistar grandes vitórias,
gozaria da saúde do corpo e da lucidez da mente.
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A ovelha viu o açougueiro amolar a faca e disse-lhe:
“Cuidado, meu mestre, para não ferir teu dedo”.
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Um menino queria testar um velho sábio, e falou para um amigo:
“vou provar para todo mundo que ele não é sabio”.
Pegou um passarinho nas mãos, e falou para um amigo:
“Vou pôr o passarinho atrás e perguntar para ele se o
passarinho está vivo ou se está morto: se ele falar que está morto
eu mostro o passarinho vivo; se ele falar que está vivo,
eu esmago o passarinho, e ele vai errar de qualquer jeito.”
Chegou perto do sábio e perguntou:
“Sr. Sábio, o passarinho que eu tenho aqui atrás está morto ou está vivo ?”
E o sábio respondeu:
“A resposta…. está em suas mãos!”
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No círculo dos joalheiros de Bassóra, ouviu-se um árabe contar esta história:
“Uma vez, perdi-me no deserto, sem provisões. Estava prestes a morrer
quando subitamente vi de longe um saco. Nunca esquecerei a alegria que senti
ao pensar que o saco continha grãos de trigo fritos, e, depois,
a minha amargura e desespero quando descobri que só continha pérolas!”

CONTOS ÁRABES

A LOJA DE DEUS

Entrei numa loja e vi um senhor no balcão.
Maravilhado com a beleza da loja, perguntei : Senhor, o que vendes aqui ?
-Todos os dons de Deus.
-E custa muito caro ?
-Não custa nada, aqui tudo é de graça!
Contemplei a loja e vi que havia jarros de amor, vidros de fé, pratos de esperança, caixinha de salvação, muita sabedoria, saúde, fardos de perdão, pacotes grandes de paz e muitos outros dons de Deus. Tomei coragem e pedi
-Por favor, quero o maior jarro e amor de Deus, todos os fardos de perdão, um vidro grande de fé, muita saúde, esperança, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para toda a minha família.
Então o senhor me preparou tudo e entregou-me um pequenino embrulho que cabia na palma da minha mão. Incrédula disse:
– mas como é possível estar tudo o que eu pedi aqui ?
Sorrindo o senhor me respondeu.
Meu querido irmão aqui na loja de Deus não vendemos frutos só as sementes.
Plante-as! Cultive-os no coração e distribua ao próximo.

Nevou no Rio de Janeiro…

Nevou no Rio de Janeiro, pela primeira vez na história!!!

8:00 Eu fiz um boneco de neve.

8:10 Uma feminista passou e me perguntou porque eu não fiz uma mulher de neve.

8:15 Eu fiz uma mulher de neve.

8:17 Minha vizinha feminista reclamou do perfil voluptuoso da mulher da neve dizendo que ela ofende as mulheres da neve em todos os lugares.

8:20 O casal gay que mora nas proximidades teve um ataque de raiva e
protestou, porque poderiam ter sido dois homens de neve.

8:22 Um transgênero da outra rua me perguntou por que não fazia um boneco com partes removíveis.

8:25 Os veganos no final da rua se queixaram do nariz de cenoura, já
que os vegetais são comida e não para decorar bonecos da neve.

8:31 O cavalheiro muçulmano do outro lado da rua exige aos berros que a mulher da neve use uma burca.

8:40 A polícia chega dizendo que há uma denúncia anônima contra mim, de alguém que foi ofendido pelo meu racismo e discriminação, porque os bonecos são brancos.

8:42 A vizinha feminista reclamou novamente que a vassoura da mulher
da neve deveria ser removida porque ela representa as mulheres em um papel doméstico de submissão.

8:43 Um promotor chegou e ameaçou me processar se eu não pedisse desculpas públicas pelo maldito boneco de neve.

8:45 A equipe de jornalismo da TV apareceu. Eles me perguntam se eu sei
a diferença entre bonecos de neve e mulheres de neve. Eu respondo: as
“bolas de neve” e agora elas me chamam de sexista.

9:00 Estou no noticiário como um suspeito, terrorista, racista,
delinquente, com tendências homofóbicas, determinado a causar
problemas durante o mau tempo. Estou passando por tudo isso por causa
dos malditos bonecos de neve!!

9:05 Quem mandou fazer a droga dos bonecos de neve?… Estão me perguntando se eu tenho um cúmplice. Ou se alguma organização me incentivou a fazer os bonecos, nas redes sociais.

9:29 Os manifestantes da extrema esquerda e da extrema direita,
ofendidos por tudo, estão marchando pelas ruas exigindo que me
decapitem.

9:32 Os neonazistas marcham em frente à minha casa acusando-me de ser comunista.

9:35 Os comunistas me chamam de fascista.

9:35 As feministas me xingam e pintam a fachada da minha casa com a palavra “machista”.

9:45 Os evangélicos me acusam de querer usurpar o lugar de Deus, por criar um homem e uma mulher de neve, e querem me exorcizar, dizendo que eu realizei um ritual pagão.

9:55 Organizações ambientais me acusam de poluir a neve.

Moral da história: não há. É apenas o mundo em que vivemos hoje – e vai piorar. O que foi aqui narrado pode ocorrer, e algumas coisas já estão acontecendo. De tudo isso, a coisa mais difícil de acontecer é… neve no Rio de Janeiro

No silêncio

Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental.
Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para procurar, já que todos os outros
não conseguiram. Por que não? Seria uma tentativa a mais.
Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro .
Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão!!!
Todos ficaram espantados. Então o fazendeiro perguntou: “Como conseguiu encontrar?”
O menino respondeu: “Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão.
No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.”
Uma mente em Paz pode pensar melhor do que uma mente confusa, quando falamos com Deus muitas vezes parece um monologo e quando terminamos não esperamos ouvir a resposta de Deus, experimente, quando termina diga para Deus: Senhor fala que o teu servo ouve ( I Samuel 3), dê alguns minutos de silêncio à sua mente, pois assim você ouvirá a voz de Deus que te conduzirá na direção certa e lhe ajudará a definir a sua vida!
Que nós possamos silenciar, porque só no silêncio, podemos ouvir a voz de DEUS.

Ponto Negro

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.

Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.

O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.

Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.

Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.

Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.

Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco

Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

Assim acontece em nossas vidas.

Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.

A vida é um presente de Deus dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.

Temos motivos para comemorar sempre!

A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!

O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo, etc.

Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!

Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.

Tranquilize-se e seja … FELIZ!!!

A condenação de Cornélio Mansur

Era uma vez um rapaz que se chamava Cornélio Mansur, de origem muito humilde, mas rico em honestidade e na atenção que dedicava aos amigos e à esposa. Não havia quem não gostasse dele. Fazia amizade com facilidade e estava sempre disposto a ajudar. Não era ganancioso e nem orgulhoso. Era o que chamariamos de “boa praça”, no mais amplo sentidoda palavra.

por outro lado, sua esposa Berrnadette (com dois erres e dois tês) cinco anos mais velha, era completamente diferente. Rabugenta e vaidosa, agia como se fosse a dona da razão; infernizava a vida do rapaz e estava sempre de mau humor. Berrnadette (com dois erres e dois tês) era baixinha, atarracada, combraços de marinheiro e uma vasta cabeleira negra. Não havia uma vez que fosse à feira que não arrumasse confusão. E não era só na feira.

Os vizinhos, tres quarterões acima e tres quarteirões abaixo, já conheciam a sua fama.

Na hora do pão das tres, Berrnadette (com dois erres e dois tês) entrava na padaria como se fosse a dona. Nariz empinado e estalando os tamancos no chão, furava a fila do caixa. Aí, com o maior descaramento, apertava cada um dos pães no cesto e depois dizia: “Embrulha esse, que estou com pressa!”

O coitado do Cornélio Mansur vivia envergonhado com a esposa . E não só por isso, mas também pela roupa mal passada que usava, pois Berrnadette (com dois erres e dois tês) nunca quis saber do serviço de casa. Depois de um dia cansativo, Cornélio Mansur ainda tinha que enfrentar o fogão, o tanque, o ferro e a vassoura.

Enquanto ele fazia jornada dupla, Berrnadette (com dois erres e dois tês) se esparramava no sofá, pra assistir novela, ai de Cornélio Mansur se quisesse assistir outra coisa. Era um vexame quando o moço se detinha por algum tempo conversando na portaria do prédio e vinha aquele berro do terceiro andar: “Cornéliôoo, sóóóbe!!”, Era ela, Berrnadette (com dois erres e dois tês) com a cara cheia de pasta para espinhas e uma touca plástica cobrindo os rolinhos engalfinhados nos cabelos. E lá ia cabisbaixo, a obedecer ao comando da esposa.

“Que rapaz espetacular!”, pensavam os vizinhos e parentes. “É tão humilhado pela mulher e ainda a tratar como uma rainha”. Mas como tudo na vida tem o seu limite, um dia a paciência do rapaz acabou. Num daqueles sábados abafados do Rio de janeiro, Cornélio Mansur, que por onze anos trabalhava como balconista da mesma loja de tecidos na Rua da Alfândega, pediu ao patrão para sair mas cedo.

Era aniversáriio da Berrnadette (com dois erres e dois tês) e ele queria fazer uma surpresa. Tinha visto uma peça de carne seca na feira, do jeito que Berrnadette (com dois erres e dois tês) gostava e queria comprá-la antes que outro a levasse. Comprou também uma abóbora e uma panela de pressão. Iria preparar o prato predileto da Berrnadette (com dois erres e dois tês): Carne seca com abóbora.

Não foi fácil carregar aquilo tudo no 984 Castelo-Méier, que andava sempre superlotado. Quando chegou em casa estava esgotado mas feliz. Abriu a porta e, para sua decepção, encontrou Berrnadette (com dois erres e dois tês) que não o esperava tão cedo, comemorando o aniversário nos braços do Tião Bastião, mecânico da oficina, que nem sequer teve a consideração de tirar o macacão cheio de graxa para deitar em sua cama.

Cornélio mansur ficou bravo e, num ataque de fúria, tascou a panela de pressão na cabeça da mulher, que caiu durona no chão.

no dia do julgamento, o juiz não levou nem duas horas. Eram tantas as testemunhas a favor de Cornélio Mansur que ele entendeu o crime como passional e absorveu o réu. Agora livre, solteiro e sem Berrnadette (com dois erres e dois tês) para lhe assaltar o bolso, Cornélio mansur vivia uma prosperidade que jamais tivera.

Mudou-se para um apartamento menor, mas de frente para a praia de Botafogo. Vendeu alguns móveis e comprou um carro. Ganhou uma promoção no emprego e passou a gerente. Prestações em dia, poupança crescendo; Cornélio mansur era o retrato da felicidade. Até… pois é tem um até que o destino lhe armou outra arapuca.

Num dia de Finados levado pela saudade,, foi colocar flores no túmulo da falecida no Cemitério do Caju. Quem encontrou? Quem?… Quem?… Cleonnette (com dois enes e dois tês) a irmã mais velha de Berrnadette (com dois erres e dois tês) Já não se viam há longo tempo. Conversaram, choramingaram. O rapaz mais uma vez pediu perdão pelo ocorrido e ofereceu-lhe carona.

A carência os aproximou e algum tempo depois o inevitável aconteceu: casaram-se! Lá foi o infeliz para mais uma furada, enganado pelo próprio coração.

Para encurta a história, a Cleonnette (com dois enes e dois tês)  era pior que a Berrnadette (com dois erres e dois tês), e com um agravante: três anos mais velha! Dois anos de inião, dois anos de infelicidade. Até que um dia, durante uma discurssão acalorada, a mulher saca de uma arma e grita:

-Tu não me matar como fez com minha irmã. Primeiro vai tu.

Mandou bala no Cornélio Mansur. O rapaz pulou para baixo do sofá, enquanto uma das balas ricocheteava na parede e voltava incandescente para o peito da Cleonnette (com dois enes e dois tês), ao cair no chão, o revolver  escorregou de sua mão e foi para junto do rapaz, que o apanhou e se pos de pé. Nesse momento os vizinhos invadiram o apartamento e gritaram:

– Assassino, assassino!! Matou a mulher!!

por ser reincidente, o caso foi parar no mesmo juiz que o julgara da primeira vez. Novamente o juiz não levou nem duas horas para proferir a sentença:

– O réu é culpado e condenado a cumprir pena de reclusão pelo período  de 70 anos e 7 dias

– Senhor juiz – apelou Cornélio Mansur – eu não matei. Ela morreu com o p´roprio disparo!

– Pelo incidente que causou a morte de Cleonnette (com dois enes e dois tês) – explicou o juiz – o senhor cumprirá os sete dias da setença. Os outros 70 anossão por ter casado de novo e, pior com a mulher errada!

E assim bateu o martelo e deu o caso por encerrado. A história é engraçada, mas o assunto é sério e serve de alerta para alguns jovens que desejam se casar. O casamento é um passo crucial na vida. Cuidado com as Berrnadette (com dois erres e dois tês) e Cleonnette (com dois enes e dois tês) (simbolicamente, seja o homem ou mulher) da vida. Caso contrário você  vai fazer companhia a Cornélio Mansur. Talvez não no presídio, mas preso às grades de um casamento infeliz.

Não esqueça a pá!

“E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado, fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás o que defecaste. Porquanto o Senhor teu Deus anda no meio de teu arraial, para te livrar, e entregar a ti os teus inimigos; pelo que o teu arraial será santo, para que ele não veja coisa feia em ti, e se aparte de ti.Deuteronômio 23.13,14″

Alguém deve ter pensado, “tantos inimigos, problemas por todos os lados, e Deus, o Todo-Poderoso, preocupado com limpeza, higiene e coisas feias no nosso meio!”

A pergunta importante: será que Deus mudou, não se importa mais com coisas aparentemente mínimas?

“…e se aparte de ti.” 
Aquilo era uma questão de saúde, higiene, disciplina, enfim, tão importante que, se não observassem, Deus Se apartaria deles.

“…entre as tuas armas terás uma pá…”
Hoje vemos pessoas fazendo a obra de Deus, com todas as armas que receberam. Expulsam demônios, curam enfermos e evangelizam, porém, consideram que não precisam da “pá”.

No meio das armas de guerra, lá estava a pá. Era Deus dizendo: lutem, vençam, mas não se esqueçam da limpeza, do perfume, do zelo, dos detalhes, da organização, da disciplina etc.

“…Deus anda no meio de teu arraial…” 
Nossa casa, nosso trabalho, nossa igreja, enfim, onde estivermos, Deus está andando conosco. Não pode haver sujeira, espiritual ou física, bagunça e indisciplina.

“…não veja coisa feia em ti…” 
Deus sempre avisa primeiro, obedece quem tem juízo. Se existe algo feio, que depende da nossa disposição para consertarmos, não importa o lugar onde esteja, Deus está vendo como se estivesse dentro de nós. E quem tem, sabe que tem.

Está aí o aviso. REMOVA!!!

 

BLOG DO BISPO MACEDO
https://blogs.universal.org/bispomacedo/

Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima

 

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem
universitário, que lia um livro de ciências .
O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos .
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
Respondeu o jovem:
– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
– É mesmo? Disse o senhor.
E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação,
falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se a pior pessoa do mundo.
No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional
da França. E um pouco mais abaixo a frase estava escrito em letras góticas e em negrito:
“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima”.