DESTRUIREI MEUS INIMIGOS

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Conta-se que certo imperador chinês, quando foi avisado a respeito de uma insurreição que estava se desenvolvendo em um das províncias do seu império, disse aos ministros do seu governo e aos chefe militares que o cercavam:

– Vamos. Sigam-me. Destruirei os meus inimigos imediatamente.

Quando o imperador e suas tropas chegaram ao lugar onde se encontravam os rebeldes, ele os tratou com tanta brandura e amabilidade que, em gratidão, todos se submeteram a ele voluntariamente.

Aqueles que compunham a comitiva do imperador pensaram que ele ordenaria a imediata execução de todos os que haviam se rebelado contra o seu domínio, mas ficaram grandemente surpreendidos ao vê-lo tratando-os com tanto carinho e afeto. Intrigado com a humilhante atitude do soberano e julgando-o um quase covarde, o primeiro-ministro, um tanto agastado, perguntou:

– É desta forma que Vossa Excelência cumpre sempre a sua ameaça? Não nos disse no início da caminhada que viríamos aqui para vê-lo destruir os seus inimigos? E prosseguiu:

– Ora, a única atitude que tomou foi a de anistiá-los com um gesto humanitário… Estamos todos verdadeiramente estarrecidos com o perdão indiscriminado e, sobretudo, com o carinho extremado que premiou a cada um dos revoltosos.

Depois de ouvir atenciosamente a censura do seu ministro e ainda outras tantas críticas feitas pelos demais auxiliares, o imperador, tomado de um sereno ar de generosidade, disse-lhes:

– Sim, lembro-me que prometi solene e decididamente destruir todos os meus inimigos. E agora eu lhes pergunto: estão vendo algum inimigo meu? Certamente que não, pois a todos tenho feito amigos.

Essa é um verdade sem contestação. Podemos destruir os inimigos pela força, pela violência, pela soberania. Entretanto, feito isto, não há dúvidas, muitos outros inimigos nascerão em face da atitude prepotente. Todavia, quando se procura ganhar um inimigo com gestos de amor, de compreensão e bondade, fatalmente surgirão muitos outros amigos que, atraídos pela experiência vivida pelo semelhante, também se deixam transformar, seguindo o exemplo de amor e perdão em relação aos inimigos.

“Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;”

Mateus 5.44

O FILÓSOFO E A CRIANÇA

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O filósofo Sintenis imaginou que, se o homem não recebesse instrução religiosa, não teria idéia da divindade e que, coisa enfadonha, passaria a vida sobre a terra sem ter idéia de um Deus Criador.

Então procurou uma linda criança, apenas sabendo balbuciar seu nome, e que, por consequencia, jamais ouvira falar de Deus. Uma vez na posse do objeto de seus desejos, afastou-a de todo o mundo, deu-lhe um palácio e um jardim cheio de encantadores prados, fora dos quais não poderia pôr os pés. Velou com cuidado que nenhuma pessoa lhe viesse falar de Deus; tirou todas as imagens, todas as estátuas, todos os livros que pudessem entranhar esta idéia nela. Em uma palavra, de sua casa de campo, fez um deserto.

A criança só teve então por mestre a natureza. Mais tarde, o filósofo Sintenis constituiu-se seu professor e intérprete da natureza. Esta educação seguiu-se, durante muitos anos, sem nenhum perigo. À medida que a criança crescia, sua inteligência robustecia; mas ela jamais ouviu falar de Deus, e isto fazia a alegria de seu mestre. Logo, dizia consigo mesmo, eu poderia apresentar, à Academia de Paris, um jovem que jamais imaginou que houvesse um Deus.

Um dia, muito cedo, logo que o sol principiou a clarear o céu, o filósofo fazia um passeio solitário no bosque que, e viu, de repente, o jovem descer ao jardim. “Aonde irá com tanta pressa? Por que sai ele a esta hora matinal?”, dizia consigo mesmo. E, escondido por trás das árvores do bosque, seguiu com a vista e viu-o subir a uma elevação que dominava um lago no cristal do qual se refletiam todos os resplendores do sol nascente.

Era a hora do despertar das aves, era o momento em que, alegremente e batendo asas, elas saudavam a volta do sol com seus cantos harmoniosos. Era o momento em que as flores cravejadas de orvalho e abrindo suas corolas, exalavam para o céu seus mais delicados perfumes.

De joelhos, no meio das flores, com as quais ele rivalizava em beleza, o jovem misturou sua voz harmoniosa aos concertos das aves, e, vendo o sol nascente: “Ó sol! quanto és belo! Ele te fez esplêndido, o Criador que te enviou ao mundo. Ó sol, vês, por acaso, o Criador de todas as coisas? Se o vês, dize-lhe que eu muito o amo, e que muito desejaria conhecê-lo; se o vês, dá-lhe de minha parte um beijo sobre a sua eterna fronte.” Calou-se e, levando a mão aos lábios, enviou-lhe beijos para levar a este Deus que amava de todo o coração.

Escondido nas árvores, Sintenis tudo ouviu. Comoveu-se quase até às lágrimas, e, tremendo, correu até ao montículo e, abraçando o jovem com transporte, exclamou: “Quem te disse que havia no céu um Criador?” “Quem mo disse? Foi esse sol, que não podíeis colocar no alto, porque sois muito pequeno para isso. Quem mo disse? Foram estas plantas, que sobem da terra sem que vosso dedo esteja aí para as lançar para fora; foi este coração, que nem vós nem eu fazemos bater dentro do peito”. O jovem, falando, estava encantador. Seu semblante era tão brilhante, que semelhava o mesmo sol.

O filósofo, perante esta linguagem sublime, que estava bem longe de esperar, pôs-se a chorar, bateu com a mão na fronte e exclamou: Ó incrédulos, vós sois uns impostores!”

(Afonso Celso)

CAMINHANDO SOBRE O MAR

 

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Você conhece a cena do Evangelho, que retrata o momento em que Jesus anda sobre as águas e socorre o discípulo Pedro.

Desesperado… afundando nas ondas agitadas!

O que aconteceu com Pedro?
Ele e os outros discípulos estavam numa barca atravessando para outra margem. Jesus os vê na barca agitada pelo vento forte “Caminhando sobre o mar”.
e vai ao encontro deles.

Pedro vendo Jesus pede-Lhe para ir até Ele.
”Vem”, Jesus diz.
Pedro sai do barco e vai andando…
Enquanto confia em Jesus, ele fica de pé sobre as águas!

Mas… A “violência do vento redobrou”.
Pedro teve medo e afunda gritando:
“No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse”: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”

“Senhor, salva-me!”
Ao gritar: “Senhor”, Pedro afirma que está diante Daquele que pode sobre terra, céu e mar.
Ao gritar -“salva-me”- está diante Daquele que se faz Misericórdia, socorrendo a todos que Lhe pedem.

Pedro via acontecer isso…
Mesmo assim, Pedro tem medo…
Na pergunta que faz a Pedro, o Senhor está ensinando que não basta ter confiança quando tudo está tranqüilo. Mas manter a fé mesmo na tempestade!…

Como nos identificamos com Pedro, não é mesmo?
Mas ele também nos ensina!
Ele mostra que o discípulo de Jesus não é aquele que nunca afunda, mas o que sempre volta a confiar. Quantas vezes acontece coisa semelhante conosco!…
Quando as ondas do mar da vida se agitam e parece
Ele diz “vem”, e até damos passos na sua direção. Mas de repente o vento sopra mais forte, as ondas dos problemas se agigantam…
que nosso barco vai virar …
Sim… Clamamos por Jesus.

E temos medo…
O medo nos paralisa. Impede de percebermos as mãos fortes de Jesus segurando a nossa para não afundarmos. Mas as mãos de Jesus estarão sempre lá, onde necessitarmos delas.
Se estivermos afundando em mares bravios de problemas, mas reconhecermos que Jesus tudo pode, e que acima da nossa pouca fé, está a Sua misericórdia infinita…

Basta gritarmos como Pedro: “Senhor, salva-me!” Ele há de segurar nossa mão com a firmeza com que segurou a de Pedro.
E nos salvará… Sempre!!!

 

Maravilhosa Graça

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Antes de ouvir a melodia, leia:

Todo mundo, ou quase todo mundo já ouviu, pelo menos uma vez, a canção Amazing Grace (algo como Maravilhosa Graça), que é uma música tradicional britânica.
O que a maioria não sabe é que essa canção foi composta por um cidadão
britânico de nome John Newton, no século dezoito, depois de uma conversão religiosa.
Ele havia começado uma carreira na Marinha Real, mas abandonou aquilo para tornar-se traficante de escravos. Conta-se que, em uma de suas viagens, seu navio foi atingido em mar alto por uma tempestade.
Newton, então, deu-se conta de que só a Graça Divina o salvaria e orou fervorosamente a Deus.
A graça aconteceu: ele conseguiu escapar são e salvo com o seu navio. Movido por aquilo, John começou a ler o clássico cristão “A Imitação de Cristo”, de Thomas Kempis, e ainda tocado pela Luz que o havia despertado interiormente, mudou a sua vida, libertou todos os escravos que venderia e passou a ser um lutador anti-escravagista.
Compôs, então, a canção Amazing Grace , como agradecimento e um testemunho do que havia se passado com ele, em seu encontro com Deus.
É esta canção que você ouve (e vê) no vídeo anexo, que mostra uma apresentação da mesma pelos meninos do incrível grupo vocal Il Divo , interpretando essa canção emocionante em pleno Coliseu, em Roma, onde, no passado, tantas pessoas perseguidas, maltratadas e escravizadas (inclusive cristãos), encontraram um fim trágico e cruel.

Conhecendo a história, podemos apreciar ainda mais Amazing Grace e a sua interpretação única dos talentosos Il Divo …

Click aqui para assistir.

 

João 3:16 – eu não entendo o quer isso significa mas…

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Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura  de  inverno, próximo a uma  esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho  vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava  intenso e  as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.

Sem conseguir  vender mais nenhuma bala,  ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou  observando o movimento das  pessoas.

Sem que ele percebesse, um policial se aproximou.
-“Está perdido, filho?”
O garoto balançou a cabeça.
-“Só estou pensando onde vou passar a  noite  hoje…  normalmente durmo em  minha caixa de  papelão, perto do correio, mas hoje o frio está  terrível…

– O  senhor sabe me dizer se há algum lugar  onde eu  possa  passar esta noite?”

O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça,  pensativo.
– “Se você descer por esta rua”, disse ele apontando o  polegar na direção de  uma rua, à esquerda,
lá embaixo vai  encontrar um casarão branco;
chegando  lá, bata na porta e  quando atenderem apenas
diga:  “João  3:16 “.

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e    quando  chegou em frente ao  casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na   porta.
Quem atendeu  foi uma mulher idosa, de feição bondosa.
-“João 3:16”, disse ele, sem entender direito.

– “Entre, meu filho”. A voz era meiga e agradável.
Assim que ele entrou, foi conduzido por ela  até
a  cozinha onde havia uma  cadeira de balanço antiga,bem ao lado de um velho  fogão de lenha
– “Sente-se, filho, e espere um instante, tá?”
O garoto se sentou e, enquanto observava a
bondosa  mulher se afastar, pensou  consigo mesmo: “João 3:16… Eu não entendo o  que isso  significa mas sei que  aquece a um garoto com frio”.

Pouco tempo depois  a  mulher voltou.
– “Você está com fome?”, perguntou ela.
– “Estou um pouquinho, sim… há dois dias não
como nada  e meu  estômago já  começa a roncar..”
A mulher então o levou até a sala de jantar, onde
havia  uma mesa repleta de  comida.
Rapidamente o garoto sentou-se à  mesa
e  começou  a comer ; comeu de  tudo, até não
aguentar mais. Então ele pensou  consigo  mesmo:
 “João 3:16… Eu não entendo o que isso
significa, mas sei que  mata a fome de um garoto
faminto”.

Depois, a bondosa senhora o levou ao andar
superior,  onde se encontrava um  quartinho com uma banheira cheia de água quente.
O  garoto só esperou que a  mulher se afastasse e
então rapidamente se despiu  e  tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava  a  bucha pelo corpo pensou  consigo mesmo: “João 3:16… Eu não entendo o  que isso significa, mas sei  que torna limpo um garoto que há muito tempo  estava sujo”. Cerca de meia  hora depois a bondosa mulher voltou
e levou o  garoto até um quarto onde  havia uma cama de madeira,  a  antiga, mas grande e confortável.
Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-  lo na cama, desligou  a luz e saiu.
Ele se virou para o canto e ficou  imóvel, observando a garoa  que caía do outro lado do vidro
da janela. E ali, confortável como nunca,  ele pensou
consigo mesmo:  “João 3:16… Eu não entendo  o que isso   significa,  mas sei que dá repouso a um garoto cansado”.

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou  uma  bela e farta mesa e o  convidou para o café da manhã.
Quando o garoto terminou  de comer, ela o levou  até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha.
Depois seguiu até uma  prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura.
Era uma Bíblia. Ela  voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao  garoto  e olhou dentro dos  olhos dele, de maneira doce e amigável.

– “Você entende João 3:16, filho?”
– “Não, senhora… eu não entendo… A primeira vez que  ouvi isso foi ontem à  noite… um policial que falou…”.
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em
João 3:16  e começou a explicar  sobre Jesus.
E ali, aquecido junto ao velho fogão de  lenha, o
garoto  entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou  consigo mesmo: “João  3:16… ainda não entendo muito bem o que isso  significa, mas agora sei que  isso faz um garoto perdido se sentir realmente  seguro” .

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)

Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo. Aquele que crer em Jesus  não será condenado, mas terá a vida  eterna

COMO VER A DEUS

Certa ocasião em alto mar, no meio da tripulação de um navio existia um marujo que pelo fato de ser crente, novo convertido, era motivo de insultos e zombarias por parte dos seus colegas.

Num belo dia, o capitão do navio, reunindo os marinheiros no convés, pegou uma luneta e, de um lado para outro, começou a olhar no horizonte. Olhava, olhava até que os marinheiros, curiosos, quiseram saber do que se tratava. Aí o capitão, tirando os olhos da luneta, dirigiu-se ao marujo crente e lhe disse:

_Olhei por todos os lados. Olhei e cansei de olhar, mas não consegui ver a Deus.

Então o marujo, levantando-se, tomou a Bíblia, e abrindo-a no livro de Mateus, capítulo 5, versículo 8, leu esta jóia rara do Amado Mestre:

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”
.

O JUMENTINHO

Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, fala para sua mãe:

– Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão… Todos estavam contentes com minha presença.

Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse:

-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.

Então sua mãe falou:

-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.

Então o burrinho respondeu:

– Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá…

Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.

Voltando para sua casa, disse para sua mãe:

– Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra… Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe…

Indignado o burrinho disse a sua mãe:

– Porque isso aconteceu comigo?

Sua mãe respondeu:

– Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumentinho …

LEMBRE-SE SEMPRE DISSO.

 

Última Ceia ocorreu na quarta-feira anterior à crucificação

Gente, o inteligente  Colin Humphreys da Universidade de Cambridge cruzou informações históricas, bíblicas e astronômicas para seu novo livro, “The Mistery of the Last Supper” (O Mistério da Última Ceia, em livre tradução) para tentar identificar o dia exato da última ceia de Jesus com seus discípulos, informou nesta segunda-feira o jornal The Daily Telegraph.

deixa eu cantar minha musica:  AH EU JÁ SABIA, AH EU JÁ SABIA…
só falta agora eles descobrirem algo que salta aos olhos: JESUS NÃO FOI CRUCIFICADO NA SEXTA, Jesus disse:
“…Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. 
Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra. “
Mateus: 12.39-40,

Bom sabendo que Jesus ressuscitou no domingo, vamos lá: sexta pra sábado (1 dia) sábado pra domingo (2 dias), ta faltando alguna coisa ????

(Matéria no Portal Terra)

Última Ceia ocorreu na quarta-feira anterior à crucificação

18 de abril de 2011 • 07h34 • atualizado às 10h20

O professor Colin Humphreys da Universidade de Cambridge cruzou informações históricas, bíblicas e astronômicas para seu novo livro, “The Mistery of the Last Supper” (O Mistério da Última Ceia, em livre tradução) para tentar identificar o dia exato da última ceia de Jesus com seus discípulos, informou nesta segunda-feira o jornal The Daily Telegraph.

Durante muito tempo por causas de uma aparente inconsistência bíblica, os pesquisadores se questionavam sobre o assunto e não conseguiam chegar a uma conclusão. Enquanto os apóstolos Mateus, Marcos e Lucas afirmavam que a Última Ceia coincidiu com o início da Páscoa judaica, João sustentava que havia ocorrido anteriormente.

O professor Humphreys acredita que Jesus, junto com Mateus, Marcos e Lucas, teriam utilizado um calendário diferente do de João. Por esta hipótese, Jesus ateve-se a um velho calendário judeu ao invés de utilizar o calendário lunar oficial que naquela época já estava difundido.

Dessa forma, o Jantar da Páscoa – a Última Ceia – teria sido realizado na quarta-feira, o que explica a existência de muitas atividades entre esse evento e a crucificação. Assim, a detenção, o interrogatório e o julgamento aos quais foi submetido Jesus não ocorreram no espaço de uma só noite.

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