Amizade, Amor, Exemplo

Uma grande lição

 

Vamos falar sobre a  “Missão dos Orfãos”, em Washington, DC.

Foi lá que ficou eternizada a música “He ain’t heavy, he is my brother, The Hollies “.

(você pode não estar lembrando da música, mas depois de ouvir, se lembrará do grande sucesso!)

A história conta que certa noite, em  uma forte nevasca, na sede da entidade, um religioso plantonista ouviu alguém bater na porta.

Ao abri-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo.

A fome estampada no rosto , o frio e a miséria dos dois comoveram o padre.

O sacerdote  mandou-os entrar e exclamou :

– Ele deve ser muito pesado.

Ao que o que carregava disse:

– Ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain’t heavy, he is my brother)

Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos  da rua.

O autor da música (Bill Medley) soube do caso e se inspirou para compô-la .

E da frase fez-se o refrão .

Esses dois meninos, foram  adotados pela instituição.

É algo inspirador nestes dias de falta de solidariedade, violência e egoísmo.

Agora veja e ouça o video!

 

Amizade, Amor, Deus

As pedras grandes na vida

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Um professor de filosofia, especialista em “gestão do tempo”, quis surpreender seus alunos durante uma aula. Tirou de baixo de sua mesa um recipiente grande de boca larga. Colocou-o sobre a mesa ao lado de uma pilha de pedras do tamanho de um punho e perguntou:

– Quantas pedras vocês acham que cabe neste recipiente?

Após algumas conjeturas dos presentes, o professor começou a colocar as pedras até encher o recipiente. Então perguntou:

– Está cheio?

Todos olharam para o recipiente e disseram que sim.

Em seguida, ele tirou um saco de pedrinhas bem pequenas de baixo da mesa. Colocou parte delas dentro do recipiente e agitou-o. As pedrinhas se infiltraram nos espaços entre as pedras grandes.

O professor novamente perguntou:

– Está cheio?

Alguns alunos retrucaram, mas todos concordaram que sim.

– Muito bem, exclamou o professor, pousando sobre a mesa um saco de areia, que começou a despejar dentro do recipiente. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos deixados pelas pedras e pedrinhas. Está cheio? , perguntou de novo.

Dessa vez, alguns alunos duvidaram:

– Talvez não…

Pegou então um jarro e começou a derramar água dentro do recipiente, que a água absorvia sem transbordar. Então ele deu por encerrada a experiência e retrucou:

– Agora sim, está cheio. Bem, o que podemos aprender com esta demonstração?

Um aluno levantou e disse:

– Professor, talvez o senhor queira dizer que não importa o quanto cheia esteja a nossa agenda. Se quisermos, sempre conseguiremos fazer com que caibam outros compromissos e diversões.

– Na verdade, não é bem isso. O que esta lição nos ensina é que, se não colocarmos as pedras grandes primeiro, nunca seremos capazes de colocá-las depois. Pense bem…

O professor então pegou outro recipiente, outras pedras grandes, outras pedrinhas, outro saco de areia e outro jarro da água. O professor começou colocando a água, depois a areia, após as pedrinhas pequenas, mas quando foi colocar as pedras grandes, estas já não cabiam no recipiente.

E quais são as pedras grandes em nossa vida? São Deus, os nossos filhos, a pessoa amada, os amigos, os nossos sonhos, a nossa saúde. O resto, é resto, e encontrará o seu lugar.

Amizade, Amor

O PRESENTE

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Um amigo meu chamado Paulo ganhou um automóvel de presente de seu irmão no seu aniversário,
quando Paulo saiu de seu escritório, um menino de rua estava andando em volta do reluzente carro novo, admirando-o.
– Este carro é seu, senhor ? – ele perguntou.
Paulo assentiu.
– Meu irmão me deu de presente.
O garoto ficou boquiaberto.
– Quer dizer que foi um presente de seu irmão e não lhe custou nada ?
– Rapaz, quem me dera … – hesitou ele.
É claro que Paulo sabia o que ele ia desejar.
Ele ia desejar ter um irmão como aquele.
Mas o que o garoto disse chocou Paul tão completamente que o desarmou.
– Quem me dera – continuou o garoto – ser um irmão como esse.
Paulo olhou o garoto com espanto, e então, impulsivamente, acrescentou:
– Você gostaria de dar uma volta no meu automóvel?
– Oh, sim, eu adoraria.
Depois de uma voltinha, o garoto virou-se e, com os olhos incandescentes, disse:
– O senhor se importaria de passar em frente a minha casa?
Paulo deu um leve sorriso.
Pensou que soubesse o que o rapaz queria.
Ele queria mostrar para os vizinhos que podia chegar em casa num carrão.
Mas Paulo estava novamente enganado.
– Pode parar em frente aqueles dois degraus? perguntou o garoto.
Ele subiu correndo os degraus.
Então, passados alguns momentos, Paulo ouviu-o retornar, mas ele não vinha depressa.
Carregava seu irmãozinho paralítico.
Sentou-o no degrau inferior e depois de fortemente abraça-lo apontou o carro:
– Ai está ele, amigão, exatamente como eu te contei lá em cima.
O irmão deu o carro a ele de presente e não lhe custou nem um centavo.
E algum dia eu vou te dar um igualzinho … então você poderá ver com seus próprios olhos, nas vitrines todas as coisas bonitas sobre as quais eu venho tentando lhe contar.
Paulo saiu do carro e colocou o rapaz no banco da frente.
O irmão mais velho, com os olhos brilhando, entrou atrás dele e os três deram uma volta comemorativa.
Naquela noite, Paulo aprendeu que a felicidade maior sentimos quando a proporcionamos a alguém.

“Mais bem-aventurado é dar que receber”
Atos: 20.35

Amizade, solidariedade

O CACHORRINHO

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Um menino entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.

– Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

– Mas, eu só tenho 3 dólares…

– Poderia ver os filhotes?

O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.

Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.

O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:

– O que é que há com ele?

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril – mancaria e andaria devagar para sempre.

O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:

– Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!

O dono da loja respondeu:

– Não, você não vai querer comprar esse.

Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.

O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:

– Eu não quero que você o dê para mim.

Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo.

Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.

Surpreso, o dono da loja contestou:

– Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho.

Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.

O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça,

deixando à mostra a prótese que usava para andar…

Olhou bem para o dono da loja e respondeu:

– Veja… não tenho uma perna…

Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.

Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus “defeitos”, quando na verdade somos tão iguais ou pior do que elas.

Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são.

Amar a todos é difícil, mas não impossível.
“Nunca saberei o suficiente de algo, para que em algum momento de minha vida deixe de ser um aprendiz”

Amizade, Confiar, julgamento

O CÃO E O COELHO

cao e o coelho
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão. Conversa entre os dois vizinhos:
– Ele vai comer o meu coelho!
– De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade…
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
– O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam.
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
– Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
– Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
– Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
– O que foi? Que cara e essa?
– O coelho, o coelho…
– O que tem o coelho?
– Morreu!
– Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
– Morreu na sexta-feira!
– Na sexta?
– Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu!

A história termina aqui.
O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo. E o ser humano continua julgando os outros…
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como esta são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.

Amizade, Amor, Drama

FÁBULA DOS PORCOS-ESPINHOS

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Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.  Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.   Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados,  então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram. .. Estou pensando…: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades…

Amizade, ensino

DEIXE A RAIVA SECAR

 

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Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
– Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:
– Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar à sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou?
– Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
– Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
– Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
– Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Amizade, Amor, Bíblia

DESTRUIREI MEUS INIMIGOS

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Conta-se que certo imperador chinês, quando foi avisado a respeito de uma insurreição que estava se desenvolvendo em um das províncias do seu império, disse aos ministros do seu governo e aos chefe militares que o cercavam:

– Vamos. Sigam-me. Destruirei os meus inimigos imediatamente.

Quando o imperador e suas tropas chegaram ao lugar onde se encontravam os rebeldes, ele os tratou com tanta brandura e amabilidade que, em gratidão, todos se submeteram a ele voluntariamente.

Aqueles que compunham a comitiva do imperador pensaram que ele ordenaria a imediata execução de todos os que haviam se rebelado contra o seu domínio, mas ficaram grandemente surpreendidos ao vê-lo tratando-os com tanto carinho e afeto. Intrigado com a humilhante atitude do soberano e julgando-o um quase covarde, o primeiro-ministro, um tanto agastado, perguntou:

– É desta forma que Vossa Excelência cumpre sempre a sua ameaça? Não nos disse no início da caminhada que viríamos aqui para vê-lo destruir os seus inimigos? E prosseguiu:

– Ora, a única atitude que tomou foi a de anistiá-los com um gesto humanitário… Estamos todos verdadeiramente estarrecidos com o perdão indiscriminado e, sobretudo, com o carinho extremado que premiou a cada um dos revoltosos.

Depois de ouvir atenciosamente a censura do seu ministro e ainda outras tantas críticas feitas pelos demais auxiliares, o imperador, tomado de um sereno ar de generosidade, disse-lhes:

– Sim, lembro-me que prometi solene e decididamente destruir todos os meus inimigos. E agora eu lhes pergunto: estão vendo algum inimigo meu? Certamente que não, pois a todos tenho feito amigos.

Essa é um verdade sem contestação. Podemos destruir os inimigos pela força, pela violência, pela soberania. Entretanto, feito isto, não há dúvidas, muitos outros inimigos nascerão em face da atitude prepotente. Todavia, quando se procura ganhar um inimigo com gestos de amor, de compreensão e bondade, fatalmente surgirão muitos outros amigos que, atraídos pela experiência vivida pelo semelhante, também se deixam transformar, seguindo o exemplo de amor e perdão em relação aos inimigos.

“Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;”

Mateus 5.44

Amizade

A VERDADEIRA AMIZADE

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Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas.

Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado.

Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.

Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue.

Era urgente fazer uma transfusão, mas como

Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue.

Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.

Era um menino chamado Heng.

Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.

Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.

O médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.

Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto.

Era evidente que alguma coisa estava errada.

Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.

Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas. E o rostinho do menino foi se aliviando. Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.

A enfermeira então explicou aos americanos:

– Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

– Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu a doar seu sangue

E o menino respondeu, simplesmente:

– ELA É MINHA AMIGA…

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