Confiar, ensino, Verdade

Duas situações

O desenho mostra 2 copos iguais, contendo
a mesma quantidade de água, mas mostra
2 reações diferentes. Enquanto uma pessoa
se afoga, a outra flutua. Sabe por que isso?
Porque não são as situações que roubam a
nossa paz, mas a forma de reagir a elas. Na
vida é sempre assim: Enquanto um reclama o
outro agradece, enquanto um se apavora, o
outro ora, enquanto um fala demais o outro
silencia, situações parecidas, reações diferentes
Às vezes, não podemos controlar o que acontece
conosco, mas podemos escolher como vamos reagir

“Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião,
que não se abala, mas permanece para sempre.
Assim como estão os montes à roda de Jerusalém,
assim o Senhor está em volta do seu povo desde agora
e para sempre.”
Salmo 125

Conto, Humor, Opinião

Nevou no Rio de Janeiro…

Nevou no Rio de Janeiro, pela primeira vez na história!!!

8:00 Eu fiz um boneco de neve.

8:10 Uma feminista passou e me perguntou porque eu não fiz uma mulher de neve.

8:15 Eu fiz uma mulher de neve.

8:17 Minha vizinha feminista reclamou do perfil voluptuoso da mulher da neve dizendo que ela ofende as mulheres da neve em todos os lugares.

8:20 O casal gay que mora nas proximidades teve um ataque de raiva e
protestou, porque poderiam ter sido dois homens de neve.

8:22 Um transgênero da outra rua me perguntou por que não fazia um boneco com partes removíveis.

8:25 Os veganos no final da rua se queixaram do nariz de cenoura, já
que os vegetais são comida e não para decorar bonecos da neve.

8:31 O cavalheiro muçulmano do outro lado da rua exige aos berros que a mulher da neve use uma burca.

8:40 A polícia chega dizendo que há uma denúncia anônima contra mim, de alguém que foi ofendido pelo meu racismo e discriminação, porque os bonecos são brancos.

8:42 A vizinha feminista reclamou novamente que a vassoura da mulher
da neve deveria ser removida porque ela representa as mulheres em um papel doméstico de submissão.

8:43 Um promotor chegou e ameaçou me processar se eu não pedisse desculpas públicas pelo maldito boneco de neve.

8:45 A equipe de jornalismo da TV apareceu. Eles me perguntam se eu sei
a diferença entre bonecos de neve e mulheres de neve. Eu respondo: as
“bolas de neve” e agora elas me chamam de sexista.

9:00 Estou no noticiário como um suspeito, terrorista, racista,
delinquente, com tendências homofóbicas, determinado a causar
problemas durante o mau tempo. Estou passando por tudo isso por causa
dos malditos bonecos de neve!!

9:05 Quem mandou fazer a droga dos bonecos de neve?… Estão me perguntando se eu tenho um cúmplice. Ou se alguma organização me incentivou a fazer os bonecos, nas redes sociais.

9:29 Os manifestantes da extrema esquerda e da extrema direita,
ofendidos por tudo, estão marchando pelas ruas exigindo que me
decapitem.

9:32 Os neonazistas marcham em frente à minha casa acusando-me de ser comunista.

9:35 Os comunistas me chamam de fascista.

9:35 As feministas me xingam e pintam a fachada da minha casa com a palavra “machista”.

9:45 Os evangélicos me acusam de querer usurpar o lugar de Deus, por criar um homem e uma mulher de neve, e querem me exorcizar, dizendo que eu realizei um ritual pagão.

9:55 Organizações ambientais me acusam de poluir a neve.

Moral da história: não há. É apenas o mundo em que vivemos hoje – e vai piorar. O que foi aqui narrado pode ocorrer, e algumas coisas já estão acontecendo. De tudo isso, a coisa mais difícil de acontecer é… neve no Rio de Janeiro

Bíblia, Deus

Eles verão a Deus…

Certa ocasião em alto mar, no meio da tripulação de um navio existia um marujo que pelo fato de ser crente, novo convertido, era motivo de insultos e zombarias por parte dos seus colegas.

Num belo dia, o capitão do navio, reunindo os marinheiros no convés, pegou uma luneta e, de um lado para outro, começou a olhar no horizonte. Olhava, olhava até que os marinheiros, curiosos, quiseram saber do que se tratava. Aí o capitão, tirando os olhos da luneta, dirigiu-se ao marujo crente e lhe disse:

_Olhei por todos os lados. Olhei e cansei de olhar, mas não consegui ver a Deus.

Então o marujo, levantando-se, tomou a Bíblia, e abrindo-a no livro de Mateus, capítulo 5, versículo 8, leu esta jóia rara do Amado Mestre:

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”

Conto

Pai, como eu nasci? 4.0

Não está fácil sobreviver, sem sequelas, neste novo mundo da eletrônica, internet, celulares, hologramas etc. copiei o relato que transcrevo a seguir! Se não for isso, é mais ou menos quase isso. Vejamos: – “Como explicar sobre gravidez para uma criança do século XXI, quando abelhas, flores, sementes, cegonha já estão fora de moda?
Hoje, a explicação é moderna.

O filho pergunta pro pai:
– Pai, como eu nasci?
– Pois bem, meu filho, um dia sabia que falaríamos disso, então vou explicar o que você precisa saber: Um dia, papai e mamãe se conectaram no facebook e ficaram amigos. Papai mandou um tweet convidando sua mãe para ir a um cybercafé. Descobrimos que tínhamos muitos links e likes em comum e nos entendíamos muito bem.
Quando não estávamos no laptop, conversávamos pelo Whats e skype . E fomos dando mais likes, até que certo dia decidimos compartilhar nossos arquivos. O papai introduziu seu pendrive na porta USB da mamãe. Quando o download dos arquivos começou, percebemos que havíamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos firewall nem filtro de snapchat.
Já era tarde para cancelar o download e foi impossível apagar os arquivos, gerando a mensagem “INSTALAÇÃO REALIZADA COM SUCESSO”.
Com isso as notificações mensais da sua mãe pararam de chegar e nove meses depois você apareceu como novo contato de usuário, solicitando login e senha.

Educação, ensino, Matemática

Como a educação evoluiu

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavo s, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.

Certa vez meu filho fazendo trabalho de  matemática mexia na calculadora, olhou pra mim e perguntou
– pai como o senhor fazia no seu tempo,
respondi pra ele
– usava a cabeça

“Todo mundo está ‘pensando’ em deixar um planeta
melhor para nossos filhos…
Quando é que se ‘pensará’ em deixar filhos
melhores para o nosso planeta?”

Educação, ensino, Erro, Exemplo

Um erro proposital

Uma professora botou no quadro:

Só que ai não faltou piadas porque ela tinha errado o 9 x 6 = 53… Todo mundo rindo da cara dela, ela esperou todo mundo se calar, ai falou:
É assim que você é visto no mundo errei de propósito pra mostrar a vocês como o mundo é, NINGUÉM  te elogiou por ter acertado nove vezes, NINGUÉM, te viu acertando e te deu os parabéns, mas TODO MUNDO te crucificou, riu da sua cara, zombou porque você errou apenas UM

Moral da história: aprendam a valorizar as pessoas pelos acertos, tem pessoas que acertam muito mais que erram, e acabam sendo julgadas por apenas um erro, e não são valorizadas pelos outros NOVE ACERTOS.

Amor, criança, ensino

Era uma vez uma flor

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.

Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após uma semana a flor tinha morrido.

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois,
veio uma tempestade e a flor morreu…

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo…

Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!
Assim se cultiva uma amizade… entendeu?

 

Conto

No silêncio

Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental.
Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para procurar, já que todos os outros
não conseguiram. Por que não? Seria uma tentativa a mais.
Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro .
Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão!!!
Todos ficaram espantados. Então o fazendeiro perguntou: “Como conseguiu encontrar?”
O menino respondeu: “Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão.
No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.”
Uma mente em Paz pode pensar melhor do que uma mente confusa, quando falamos com Deus muitas vezes parece um monologo e quando terminamos não esperamos ouvir a resposta de Deus, experimente, quando termina diga para Deus: Senhor fala que o teu servo ouve ( I Samuel 3), dê alguns minutos de silêncio à sua mente, pois assim você ouvirá a voz de Deus que te conduzirá na direção certa e lhe ajudará a definir a sua vida!
Que nós possamos silenciar, porque só no silêncio, podemos ouvir a voz de DEUS.

Conto

Ponto Negro

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.

Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.

O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.

Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.

Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.

Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.

Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco

Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

Assim acontece em nossas vidas.

Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.

A vida é um presente de Deus dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.

Temos motivos para comemorar sempre!

A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!

O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo, etc.

Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!

Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.

Tranquilize-se e seja … FELIZ!!!

Deus, ensino,

Modelando

 

Tenho um amigo que perdeu o emprego, a fortuna, a esposa e a casa, porém permaneceu firme na fé – a única coisa que lhe restara.

Um dia, ele parou para observar alguns homens trabalhando numa igreja enorme, esculpindo pedras.

Um deles estava cinzelando uma pedra triangular.

O que você vai fazer com essa pedra? – perguntou meu amigo.
O senhor está vendo aquela abertura lá em cima perto do pináculo? – disse o trabalhador. – Estou modelando esta peça aqui embaixo para que ela seja encaixada lá em cima.

Lágrimas brotaram nos olhos de meu amigo enquanto ele seguia seu caminho. Parecia que Deus havia falado por meio da boca daquele trabalhador para explicar a luta que ele atravessava: “Eu o estou modelando aqui embaixo para que você seja encaixado lá em cima”.

estou pensando…  pode me modelar a vontade.