Mensagem, Motivacional

Napoleão Bonaparte

Dizem que Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos :

1 – Os inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes gerais, estrategistas.
2 – Os inteligentes sem iniciativa, ficavam como oficiais que recebiam ordens superiores e as cumpriam com diligência.
3 – Os ignorantes sem iniciativa, eram colocados à frente da batalha – buchas de canhão, como dizem.
4 – Os ignorantes com iniciativa, Napoleão odiava e não queria em seus exércitos.

Essa grande sabedoria de Napoleão serve também para a nossa empresa. Será que também não temos em nosso “exército napoleônico”, que é a empresa de hoje, esses três tipos de “soldados”? E não serão todos necessários?
Pense bem. Um exército só de generais estrategistas por certo não vencerá batalha alguma. Alguém tem que estar no front. Obedientes oficiais (diretores, gerentes) sem estratégia também não vencem uma guerra. Soldados (colaboradores) dedicados, sem comando, sem chefia, sem direcionamento, também não trazem sucesso à batalha. Portanto, precisamos dos três tipos de soldados para vencer uma batalha, assim como dos três tipos de colaboradores para que possamos vencer os desafios do mercado competitivo em que vivemos.
Mas, assim como Napoleão, devemos nos livrar, o mais rapidamente possível, dos ignorantes com iniciativa. Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer besteiras enormes. Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não deve e até ouve o que não deve. Um ignorante com iniciativa nos faz perder bons clientes, bons fornecedores. São os ignorantes com iniciativa que fazem produtos sem qualidade porque resolvem alterar processos definidos. Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco. Não precisamos dele. Nem Napoleão os queria.

E sua empresa? Você identifica em sua empresa os quatro tipos de soldados de Napoleão? E o que faz com cada tipo? Você tem sabido se livrar dos ignorantes com iniciativa?

O autor: O Professor Luiz Marins é antropólogo e consultor

Sabedoria, Vida

DE PASSAGEM

de passagem 2

Um viajante chegou a uma humilde cabana, onde se dirigiu pedindo água e pousada. Quando chegou foi recebido por um monge que lhe ofereceu acolhimento. Ao reparar na simplicidade da casa e sobretudo na ausência de mobília, curioso indagou:
– Onde estão os teus móveis?
– Onde estão os teus? – devolveu o monge.
– Estou aqui só de passagem – respondeu o andarilho
– Eu também…

 

ensino, Literatura, Sabedoria

ESCRAVO ESOPO

esopo

Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um conhecido chefe militar da antiga Grécia.
Certo dia, em que seu patrão conversava com outro companheiro sobre os males e as virtudes do mundo, Esopo foi chamado a dar sua opinião sobre o assunto, ao que respondeu seguramente:
– Tenho a mais absoluta certeza de que a maior virtude da Terra está à venda no mercado.
– Como? Perguntou o amo surpreso. Tens certeza do que está falando? Como podes afirmar tal coisa?
– Não só afirmo, como, se meu amo permitir, irei até lá e trarei a maior virtude da Terra.
Com a devida autorização do amo, saiu Esopo e, dali a alguns minutos voltou carregando um pequeno embrulho.
Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários pedaços de língua, e, enfurecido, deu ao escravo uma chance para explicar-se.
– Meu amo, não vos enganei, retrucou Esopo.
– A língua é, realmente, a maior das virtudes. Com ela podemos consolar, ensinar, esclarecer, aliviar e conduzir. Pela língua os ensinos dos filósofos são divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos poetas se tornam conhecidas de todos. Acaso podeis negar essas verdades, meu amo?
– Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és desembaraçado, que tal trazer-me agora o pior vício do mundo?
– É perfeitamente possível, senhor, e com nova autorização de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá trarei o pior vício de toda a terra.
Concedida a permissão, Esopo saiu novamente e dali a minutos voltava com outro pacote semelhante ao primeiro.
Ao abri-lo, os amigos encontraram novamente pedaços de língua. Desapontados, interrogaram o escravo e obtiveram dele surpreendente resposta:
– Por que vos admirais de minha escolha? Do mesmo modo que a língua, bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a planos inferiores se transforma no pior dos vícios. Através dela tecem-se as intrigas e as violências verbais. Através dela, as verdades mais santas, por ela mesma ensinadas, podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e sem sentido. Através da língua, estabelecem-se as discussões infrutíferas, os desentendimentos prolongados e as confusões populares que levam ao desequilíbrio social. Acaso podeis refutar o que digo? –indagou Esopo.
Impressionados com a inteligência invulgar do serviçal, ambos os senhores calaram-se, comovidos, e o velho chefe, no mesmo instante, reconhecendo o disparate que era ter um homem tão sábio como escravo, deu-lhe a liberdade.
Esopo aceitou a libertação e tornou-se, mais tarde, um contador de fábulas muito conhecido da antigüidade e cujas histórias até hoje se espalham por todo mundo.

“Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.”
Tiago 1:26

“A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que a usam habilmente serão recompensado.”
Provérbios 18:21

Vivas aprendendo.

Amor, Deus, ensino, Jesus

A verdadeira Black Friday

Há pouco mais de dois mil anos atrás houve uma sexta feira mais negra da história.
Lucas nos conta que naquela sexta feira negra, enquanto o Filho de Deus era levantado, cravado na cruz, toda a terra ficou na escuridão (Lucas 23:44).
Nessa Black Friday Deus fez a melhor oferta que um dia o ser humano recebeu! Colocou a salvação de forma gratuita ao alcance de todos nós.
Naquela sexta feira negra no Gólgota, Deus não fez somente um simples desconto por nossa dívida.

Ele a pagou por completo.

O amor de Deus é incondicional.

“E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol;
E rasgou-se ao meio o véu do templo.
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.”
Lucas 23: 44-46

Deus, ensino, , Jesus

A existência de Deus

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Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:
– Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
O crente fiel respondeu:
– Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
– Como assim? – indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
– Quando o senhor recebe uma carta de uma pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
– Pela letra, pelo estilo, pela maneira de se expressar.
– Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se informa quanto ao autor dela?
– Pela marca do ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
– Quando ouve passos de animais, em redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?
– Pelos rastros – respondeu o chefe, surpreendido. Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
– Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.

Política

Direita ou Esquerda

direita
Uma certa universitária cursava o sexto semestre da Faculdade.
Como  é  comum  no  meio universitário, ela estava convencida de que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza.
Tinha  vergonha  de  que  o  seu pai fosse empresário e conseqüentemente de direita,  portanto, contrário aos programas socialistas e seus projetos que davam  benefícios  aos  que mais necessitavam e cobrava impostos mais altos para os que tinham mais dinheiro.
A  maioria  dos  seus  professores  e  alunos  sempre  defendia  a  tese de distribuição mais justa das riquezas do país.

Por  tudo  isso, um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo  histórico  e  a dialética de Marx, procurando mostrar que ele estava  errado ao defender um sistema tão injusto e perverso como a direita pregava.  Seu pai ouviu pacientemente, como só um pai consegue fazer, todos os argumentos da filha e no meio da conversa perguntou:- Como você vai na faculdade ?
– Vou bem, respondeu ela. Minha média de notas é 9, estudo muito mas vale a pena.
Meu  futuro depende disso, eu sei ! Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.
O pai prosseguiu:- E aquela tua amiga Sônia, como vai?E ela respondeu com muita segurança:-  Muito mal. A sua média é 3, ela passa os dias no shopping e namora o dia todo.
Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas.
Acho até que ela é meio burra.
Com certeza, repetirá o semestre.O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:
– Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sônia.
Com  isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você,  mas,  convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.Ela indignada retrucou:
–  Coisa nenhuma!  Trabalhei  muito para conseguir essas notas, enquanto a Sônia buscava o lado fácil da vida.
Não  acho  justo  que  todo  o trabalho que tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.

Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:

BEM-VINDA À DIREITA!!!

Confiar, medo

A corda

Esta é a história de um alpinista
que sempre buscava superar mais e mais desafios.
Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação,
escalar o Aconcágua.
Ele queria a glória somente para si e resolveu então
escalar sozinho sem nenhum companheiro,
o que não seria natural
no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde.
Porém ele não havia se preparado para acampar
e resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo.
Escureceu,
e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha,
e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz,
não se via absolutamente nada.
Tudo era escuridão, zero de visibilidade,
não havia Lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
Subindo por uma “parede”,
a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu..
Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as
manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão.
Sentia apenas uma terrível sensação
de estar sendo sugado pela força da gravidade.
Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos,
passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes
que ele já havia vivido em sua vida.
De repente ele sentiu um puxão forte
que quase o partiu pela metade … shack!
Como todo alpinista experimentado,
havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.
Nesses momentos de silêncio,
suspenso pelos ares na completa escuridão,
não sobrou para ele nada além do que gritar:
– Oh, meu Deus! Me ajude!
De repente uma voz grave e profunda respondeu:
– O que você quer de Mim, meu filho ?
– Me salve, meu Deus, por favor!
– Você realmente acredita que Eu possa te salvar ?
– Eu tenho certeza, meu Deus.
– Então corte a corda que mantém você pendurado…
Houve um momento de silêncio e reflexão.
O alpinista se agarrou mais ainda a corda
e pensou que se largasse a corda morreria…
Conta o pessoal de resgate que no dia seguinte encontraram um alpinista congelado,
morto, agarrado com as duas mãos a uma corda …
a não mais de dois metros do chão.

E você… ??? Está segurando a corda… ???