PREOCUPAÇÃO

A MORTE DO IPÊ

ipe roxo

A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.

Assim são as pessoas tolas quando vêem em seus semelhantes apenas defeitos, e cegos as virtudes. Fico com as palavras de Albert Einstein:

“Somos todos geniais. Mas se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em árvore ele passará sua vida inteira acreditando ser estúpido.”

2 comentários em “A MORTE DO IPÊ”

  1. Isso é julgar os outros por si mesmo.Devemos procurar em nós nossas virtudes e “cada um brilhar em seu quadrado””. Mas há que não tem quadrado. Esses, sim, serão a vida toda estúpidos.

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